O perdão parte sempre de corações repletos de amor, da felicidade em saber compreender as fraquezas e as quedas do outro.
A nossa imagem de perdão, jamais estará exposta ao mundo, como quem expõe um tesouro.
Simplesmente, tal imagem, se esconde na simplicidade de um coração capaz de amar, e perdoar, sendo abrigado em um lugar tão acanhado, que só pode ser calibrado, pelas mãos de Deus.
A nobre virtude do perdão, sempre vem acompanhada do entendimento, junto da sabedoria, de quem improvisa na vida, um livre acesso, para uma etapa muito melhor.
É assim que Jesus nos ama, e também nos ensinara a amar, de maneira mais sábia e construtiva, para nossa essência.
Amor que começa com amor próprio, que nada tem a ver com “auto estima em alta”.
O amor próprio é a gratidão pela vida, mesmo suportando as mais dolorosas intempéries, pois sem consternação não há crescimento espiritual.
Ser grato ao corpo que nos carrega é uma forma de amor próprio.
Auto estima em alta, mera ostentação superficial, que jamais atinge o amor próprio, necessitando ser remanejada constantemente, para acionar o termômetro de nossa vaidade fútil, de nossa emoção fugaz e vazia.
Reiterando, o amor próprio começa com a gratidão de simplesmente existir, fazendo parte de um cosmo interligado.
O amor próprio permite que cuidemos de nós mesmos, visto que nosso corpo é a morada da essência.
Jamais importa se um dia nos desvencilhemos deste, e devemos fazer com gratidão por ter suportado e respondido aos nossos apelos e cuidados.
Jamais tivera como vaidade cuidar do corpo com boa alimentação, exercícios físicos, boas distrações e em suma: bons sentimentos.
Os procedimentos estéticos até podem melhorar a aparência mas jamais nos mantém em jovialidade.
O nosso corpo precisa de boa alimentação, horas de sono regradas, bons pensamentos, boas músicas e bons sentimentos.
Jovialidade se mantém com tais ingredientes
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Obrigada pelo carinho!
Izildinha