Amor sem perdão, sempre será invalidado, visto que o perdão, jamais será uma fraqueza, mas sim, uma grandeza do espírito.
Ao longo da vida, desde muito cedo, vamos assoalhando a formosura de perdoar, porém nos esquecemos da grandeza, mediante a humildade de quem se acende para convocar o perdão.
O perdão prova, que somos entrelaçados ao divino, que sabendo perdoar, nos ensina doar o perdão.
Porém, muitas vezes somos orgulhosos e arrogantes, alegando o indulto ou ato de relevar, despojamento do amor próprio.
Enquanto o amor próprio, jamais compete com falhas e erros, elevando o outro através do indulto.
Imaginemos o que seria da humanidade tão falha, tão apoucada, se não fosse a grande capacidade de perdoar, conquistada por Jesus Cristo.
Ninguém, também nenhuma religião, jamais conseguiria atingir a grande soberania do Pai Criador, que amando de uma maneira jamais atingida por nós, toma forma humana, para que a humanidade se aproxime mais da divindade, em suas atitudes.
“Assim como nós perdoamos nossos devedores” .Amarramos nesse trecho da oração as nossas atitudes.
Deus nos dá o livre arbítrio de exercermos uma das virtudes mais belas, que é o perdão.
Mesmo porque jamais fôramos perfeitos e o perdão transita entre o perdoado e o ofendido, podendo mudar de posições de acordo com as nossas atitudes.
Fora pelo perdão que Deus se desfizera do divino e vestira a imagem do humano para a libertação de quem deste precisara.
Jamais Jesus Cristo viera para os justos, mas sim, para quem precisara de perdão.
Existe algo fascinante em tal atitude que veicula para os fracos como fraqueza, mas para os fortes como fortaleza.
Eu tivera muito que aprender mediante a vida,mediante os estudos,quando eu fora obrigada a me fechar simplesmente porque o orgulho me impusera.
Porém, tivera uma vida inteira para aprender e chegar ao discernimento perfeito do que significara tal palavra em atitude, em meus sentimentos também.
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Obrigada pelo carinho!
Izildinha