Talvez tivéramos acordado muito tarde, mesmo sendo alertados por alguns pensadores, em todos os tempos, em todas as épocas, mas sempre víramos a natureza como um grotão fechado, longe e distante de nosso habitat.
Porém visionários englobando esta, numa só constituição, alegando que todas as espécies, mesmo tendo sua especificidade, necessitam de todas as outras, para assim compor a cadeia, que alimenta a vida, aqui no Planeta Terra, os tais foram ignorados.
Enquanto fôramos muito além do que imagináramos, quando atingíramos a Era da Cibernética, porém esquecêramos, que mesmo fabricando tecnologia de última linhagem e ponta, fora impossível fabricar matéria prima.
Esquecêramos que é a matéria prima que nos sustenta, nos equilibra e nos mantêm vivos, sempre amparados pela Terra Mãe.
Entendera eu, que se houvera uma espécie evoluída aqui neste planeta, fora a espécie indígena, tão massacrada e discriminada pelo homem branco.
Jamais pudéramos separar Deus de toda essa maravilha, que nos sustenta e mantém, mesmo assim, as religiões chegaram a ser omissas considerando o próximo apenas como humanos, esquecendo a proximidade.
A palavra Meio Ambiente, jamais pudera ter ficado tão distante de nós, "meio de vida", meio de sobrevivência, o meio onde nos encontramos constantemente.
O nosso planeta está doente, espécies estão desaparecendo e mesmo assim, um descaso grotesco continua na memória de todas as pessoas, até mesmo naquelas consideradas intelectuais, conhecedoras, as quais poderiam modificar milhares de pessoas e suas atitudes.
A matéria prima anda escassa em face de descaso, em face de tremendo desconhecimento.
Estivéramos pleiteando Marte, para lá podermos deixar nossas marcas de destruição, uma vez que a Terra já não nos comporta mais.
Eu e Renato ficáramos horas á noite sentados num banco de uma pequena praça perto de minha casa, olhando para o céu e admirando as estrelas.
Nesse momento, esquecêramos a Ciência ainda tão inacabada e a tecnologia também, soubéramos que Deus sempre fora o desvende de tudo.
Temos como dever e obrigação mantermos o "meio" onde nos encontramos presente, limpo e cuidado, não apenas o "meio" onde habitamos.
Ainda são bem poucas, as pessoas que reciclam seus lixos, tomam cuidado com as ruas e calçadas por onde passam, esquecendo que nossos descendentes nos cobrarão por isso.
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Obrigada pelo carinho!
Izildinha