O tempo da licença de Celina houvera vencido, e a e a filha dela Vânia estivera no setor do RH [recursos humanos] para entrar com mais um mês de licença, pois esta portara uma anomalia grave EM [esclerose múltipla]
E cujos sintomas pioraram normalmente durante as chamadas recaídas ou agudizações, ou devido a uma degenerescência progressiva e contínua das funções neurológicas.
As recaídas da EM são quase sempre imprevisíveis, e acontecem sem aviso prévio e sem causa aparente, tendo como características de aproximadamente um episódio e meio por ano.
Alguns ataques, no entanto, são antecedidos por estímulos comuns.
As incidências acontecem com maior frequência durante a primavera e o verão.
Algumas infecções virais, como a rinofaringite, gripe, aumentam o risco de novas ocorrências.
O estresse é um grande desencadeador de ataque.
Um período de gravidez afeta a susceptibilidade às agudizações, baixando o ritmo de ocorrência a cada trimestre de gestação.
Comumente, nos primeiros meses após o parto, no entanto, é maior o risco de incidências.
A esclerose múltipla, não chega a ser considerada uma doença hereditária. No entanto, muito se averiguou que algumas variações genéticas aumentam o risco de vir a desenvolver a doença.
Diferente da arteriosclerose, tal doença ocorre em pessoas mais jovens também.
Explicara o médico que cuidara de Celina, que além da desmielinizarão, a outra característica patológica da doença sempre fora a reação inflamatória.
Exemplificada de um ponto de vista estritamente imunológico, a EM é um processo inflamatório com origem nos linfócitos ou glóbulos brancos,aqueles que aumentam a capacidade imunológica do corpo.
Sendo estes, células que desempenham um papel fundamental nas defesas do corpo, porém, na EM, os linfócitos impetram no cérebro através de rupturas na barreira hematoencefálica.
Os linfócitos decodificam a mielina como um corpo estranho e atacam como se tratasse de um vírus invasor.
Esta ação, por sua vez, desencadeia processos inflamatórios, estimulando outras células defensivas
Assim sucedem novas rupturas na barreira hematoencefálica, que por sua vez causa uma série de outros efeitos nocivos.
A barreira hematoencefálica, contém uma camada endotelial espessa e dificilmente permeável," bainha", que recobre os capilares do sistema nervoso central protegendo-o
É um filtro extremamente seletivo, porém, pode tornar-se permeável a este tipo de células T, como consequência de um processo inflamatório ou infeccioso, bacteriano ou viral.
Quando a barreira ou bainha recupera a sua integridade, tais linfócitos, ficam encarcerados dentro do cérebro.
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Izildinha