As
matas ciliares, quando destruídas, abandonam
as águas dos rios desarrimadas, quando estas viraram lágrimas, que foram
secadas pela erosão, pelo assoreamento.
Ausentes,
jamais acautelam as águas da contaminação e da poluição, que provocam a
pandemia pisciana, que sem quarentena, sem vacina fenecem abruptamente.
Tais arbustos, feito cílios dos rios, que
resguardam e refugiam espécies de animais e pássaros, estão dando lugar, ao ar
que vaza livre, pelo estúpido vão do assoreamento, do desmatamento.
E lá se vai mais um rio amofinando aos
poucos...
Lá se
vão os desabrigados sem lares, desaparecendo na cadeia vital, a mesma, em que
no último degrau da escada, aguarda a humanidade.
Os
nossos descendentes estarão presentes...
Cada
espécie, que do planeta desaparece, implica numa ameaça á nossa espécie.
“Dois
Cílios em Pleno Ar”
O que
antes era uma mata ciliar.
Não
existe laboratório para fabricar os elementos da Natureza.
Terra,Fogo,água
e Ar.
Não
existe drone que substitua uma cachoeira, um riacho, a terra fofa, o ar que
respiramos a largos tragos e nem nos damos conta disso.
Se
plantássemos um lindo jardim, gostaríamos ver alguém destruindo?
O Ser
Maior, que rege o Universo, em consonância com o nosso corpo, três partes
líquida e uma sólida, ,jamais interfere, porém a Natureza cala mas não consente
"Revida”
Belo texto, querida amiga, também já pensei muito nisso, e meu pensamento foi mais duro, até gostaria de ter dito com a tua leveza, mas eu escrevi que a natureza se vinga! Coloquei uma dose de raiva. Absurdos estão acontecendo muito, as enchentes do Rio e São Paulo são cruéis. Mas mais cruel é o homem diante do espetáculo infinito que é a natureza, os animais.
ResponderExcluirBeijinho, saudades.
Ti puo interessare..? cal me ..l send photo storymoto@tim.it
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