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quarta-feira, 12 de junho de 2019

ESTRELAS DO CÉU_PROSA DO LIVRO INTERNALIZANDO

Amanhecera tranquilamente, como o dia em que supusera, ser tão lindo, quanto os mais lindos dias, que me abonam, quando saio livremente do sono como corpo descansado e a alma feliz.
Eu soubera de meus problemas que haviam começado no final da semana e se esticaram para quase a metade da outra, porém sempre no decorrer da vida, se fora problema, tivera solução, ainda num impasse, mas já encaminhado.
Insolúveis são sempre as respostas, que recebo, quando tudo que faço desagrada e me consterna.
Eu precisara desenvolver uma maneira prática de praticar na vida, meia volta volver, mas já entardece e eu não conseguira me libertar de minhas imposições, sendo que as piores penas que sofri na vida, foram aquelas impostas por mim mesma, mesmo sem necessidade.
A imagem que nunca cai bem,a palavra entendida de maneira ineficaz,os desejos de outrem, que não os meus, a minha sombra incomodando irredutivelmente, quando incompreensível e incompreendida desde as últimas encarnações ,talvez.
Eu precisara estar sempre próxima da luz que me encaminha, mas muitas vezes, há confronto de luzes em decadência, querendo abrandar minha fé, desestruturar meus sonhos feitos tão prontos.
Porém, em outros momentos, ou séculos, passara a entender que a vida até pode ser conflitante, porém a essência que a mantém jamais.
Então ocorrera um vento ameno perpassando as ruas, e mesmo sendo inverno,eu conseguira sentir um calor emanado de algum lugar.
E por abordar essa palavra, não existe calor mais aconchegante do que um sorriso, um agrado, um carinho.
O amor é feito desses artifícios, que vão se juntando todos no mesmo lugar, até aperfeiçoar um castelo de granizo, muito forte e aquecedor, mesmo em meio a tempestade que permeia nossos confrontos seguidos pela ansiedade porque somos conscientes que após um,virá outro e mais outro.
Então, ao abrir a janela e constatar o mundo lá fora, vira uma confrontação maior, onde o ódio, ainda caminha de mãos dadas com a aleivosia, com tão falsos trejeitos, quando uma multidão caminha sem saber para onde ir, sendo simplesmente direcionados por uma imagem, um fato, uma montagem perfeita.
E volto de novo para mim, e preciso sair de uma zona de conforto, tão desconfortável e castradora.
Os dias vão seguindo em fila um após o outro, e eu ainda aparento acreditar em alguma coisa mais.
Contudo, depois da desconstrução tão exacerbada em que me colocara, fora quase impossível, vencer certos desacertos, certas desavenças confiando em mais alguém, quando a “única verdade” só pode vir revestida de uma luz mais forte,diferentemente de quaisquer luzes artificiais, quando o brilho simplesmente abrolhara das estrelas do céu.

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Obrigada pelo carinho!
Izildinha