Um
tempo, que conversa tão
livremente, comigo mesma ,tendo todo andamento do mundo ainda, para ser aquilo que
sempre quis, andar pelos caminhos já percorridos, retirar algumas pedras, para
que uma vindoura criança, possa observar as flores por mim plantadas.
Os
dias nascerão sempre do mesmo jeito, com a mesma simetria das horas, dos
minutos, dos segundos, enquanto por milênios ainda, todos os mistérios cheiram uma criança recém nascida, uma flor recentemente, desabrochada.
Porém,
o mistério maior, jamais poderá colocar sua mão sobre meus ombros e dizer
frente a frente:
O caminho é por aqui!
Que mérito teria eu,ao crer que somente Ele faz a lua brilhar, ordena as estrelas, também acalma a tempestade.
O caminho é por aqui!
Que mérito teria eu,ao crer que somente Ele faz a lua brilhar, ordena as estrelas, também acalma a tempestade.
Esse
amor eterno intocável, produz uma sensação indescritível quando apenas um
minúsculo átomo de sua luz,viera ao encontro.
Também
desejo anoitecer sob o comando da certeza de que vivo em ascendência, buscando
aquele lânguido olhar dormente, que se acomoda sobre a montanha.
Estivera
tanto tempo esperando uma resposta, quando esta tão clara e evidente adentra o
meu coração, e o acalma com muito mais idolatria.
Assim,
a vida determinara, assim eu seguira, esgueirando os muros da imperfeição,
porém foram estes, quem mais me doutrinaram.
Uma
acanhada sensação pudera me elevar, até o topo de minha confiança, quando
interpondo entre a liberdade, e a prisão, permeia o livre arbítrio.
As
minhas colinas me esperam cautelosamente, ainda sombreadas pelas nuvens
empurradas pelos ventos outonais.
Toda
lágrima sincera e modesta, produz uma finalidade caritativa, que peregrina
entre o corpo e a alma, de maneira esplendorosa.
Eu
em dias de cansaço renascera com meus erros e morrera com a perfeição,portanto
soara em mim as mais vastas esperanças, quando os sonhos foram apagados como
uma escrita a giz numa antiga lousa.
Largara
meu corpo, e minha alma, como uma criança, que se larga ao vento, correndo em
direção contrária, para sentir uma doce sensação.
A
sensação mais refinada da libertação recém nascida, e instituída, sendo
batizada com o nome de amor.
Entendera
que o amor fora desconstruído depois reformulado, recolhendo todas as pérolas
que foram calcadas pelos cérebros inexistentes.
Entalhando
uma nova sensação, descobrindo inovações, quão atrativos a vida produz.
Todas
as diferenças que me recaíram como invalidações ao amor eterno, brilham como um
sol específico num plano dimensional inusitado.
Ainda
andarei por esses caminhos, começando pelos mais sinuosos,talvez,mas um
reflorir silvestre que guardo na memória, em algum lugar persiste igualmente
enflorado.
Quando
naquele passado remoto, onde tudo poderia ser trauma,frustração,meu olhar fora
desviado para um encanto singularmente único.
A
empatia que dominara meu ser, pudera
jazer em mim, uma modesta alma, mas com o
subsídio notável do inexprimível misticismo.
E
profundamente despertara em mim, desde a mais tenra idade , uma indiscrição
implícita que saturo como minha bagagem, para meu entardecer.
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Obrigada pelo carinho!
Izildinha