Ás vezes, eu me sentira sozinha,
pois oscilamos, portanto jamais seguira
uma linha reta sequencial, segura e firme na fé e na esperança, vacilara
também, quando uma tristeza qualquer abatera minha essência, meu coração.
Então eu me enclausurara, durante dias
dentro do silêncio, quando nem mesmo minhas orações, pareciam serem ouvidas,
então eu me comunicara com Deus em pensamento, quando conseguira pensar.
Tivera a certeza absoluta, de que
precisara me fortalecer,portanto,considerara tais momentos, como as pedras
bruscas a serem retiradas de meu caminho, fora sempre ciente do peso que estas
acarretavam em minha alma, porém depois me tivera de volta, livre e leve como
uma pena pairando no ar.
Fora certamente, sempre uma situação
oposta ,que me brindara com tamanha alegria, depois de tê-la vencido.
E entre altos e baixos fora vivendo sem
Artur, porém, sentira no coração, que jamais pudera abandonar, o que me fora
incumbido já que me fora permitido, vivenciar um tempo maior.
Eu banira completamente, os absurdos que
me rondavam, como sempre fizéramos eu e Artur.
Um populacional, denso e escuro, sempre
existira desde os primórdios das civilizações, quando uma boa parte destas, com
a palavra modernidade, acreditara terem evoluído muito.
Lutaram e continuara lutando sempre, para
arrebanhar almas boas para si.
São escopos narcísicos, vestidos de
instituições poderosas, política infalível, manipulando e tentando dominar o
mundo, fazendo dos bons seus suprimentos.
Evolução simplesmente sempre estivera
embasada na palavra “espiritualidade" o que não quer dizer espiritismo.
Eu sempre respeitara todas as religiões,
que atuam em nome de Deus Pai, sem jamais colocar homens em pedestais.
Sem jamais fazerem jorrar sangue de
pobres animais, e também de crianças inocentes.
Eu sempre crera, que Deus em determinado
momento ,se mostrará ao mundo, as nações e com grande propriedade irá separar o
joio do trigo.
Eu sempre me entendera, como uma pessoa,
que errara bastante que fora muito
frágil também, mas eu buscara, dentro dos meus erros, promover meus acertos.
Mesmo na ausência de Artur, fizera do
amor a minha vida, amando meus entes queridos, amando tudo, que a vida me dera,
pois tais resultaram sempre em algo muito bom,muito prazeroso.
Jamais omitira realizar os mais diversos
trabalhos, pois estes ,sempre me geraram muito prazer, depois de realizados.
Seja a customização de uma peça de roupa,
comprada numa liquidação e transformada a meu gosto em peça única.
Um quintal cimentado a meu gosto, uma
parede com uma pintura diferente, um sapato único depois de customizado também.
Essa sempre fora minha maneira de viver,
vivendo com a arte da transformação, descobrir que um simples hidratante, pode
virar um poderoso creme “antiage” ante idade agregando um comprimido de vitamina C, diluído numa
pequena porção de água oxigenada de vinte volumes, em sessenta gramas de
qualquer hidratante ou creme barato,pois o mais importante, é o que fora
agregado, o hidratante fora sempre, o continente do conteúdo apenas...
A vida é maravilhosa, e o meu corpo
sempre respondera prontamente ao meu cuidado e respeito.
A este fora incumbido, manter a minha
essência, até que um dia eu me despeça dele, assim como Artur o fez, esperando
encontrar o perdão de Deus, e em leveza a minha consciência.
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Obrigada pelo carinho!
Izildinha