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quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

FRAGMNENTO DO LIVRO_CENÁRIO

Também sempre fora ciente, de que a diferença, uma predominante entre as pessoas, então muitas delas precisam estar em constante movimento corporal, viajando de um lado para outro,comprando,mudando de parceiros, comparando a rotina como alimentar-se da mesma comida todos os dias, coisa que Artur e eu adoráramos realizar.
Acreditara eu, que á medida que o tempo passara, cada pessoa fora se acomodando dentro de suas tradições e hábitos também.
Pessoas notívagas, que sempre careceram vivenciar a noite como uma parte diferente da vida, onde os sonhos encontram uma mágica sensação, como se estivera flexionando toda e quaisquer possibilidades para tais, e que durante o dia este assumira uma característica mais circunspecta.
Enquanto sempre vivenciáramos o dia, como a ponte transponível para todas as possibilidades, estes vivenciaram a noite, como um fragmento cedendo continuidade na próxima noite.
Maria e Eduardo também adoravam os passeios diurnos, e tinham  na noite, o aconchego da casa.
Eu tivera uma amiga, que fugira pela  janela, para brincar carnaval escondida dos pais, e logo cedo saia para o trabalho.
 Até mantinha eu, uma certa admiração, não pela mentira, que ela vivenciara, mas pela capacidade de trocar uma noite de sono pela folia, sem ter como descansar o corpo e a mente depois.
Maior parte da população vivendo assim, sempre fora considerada normal, ao passo que pessoas empatas como nós que precisáramos fugir da multidão, para podermos nos refazer, carecêramos da solidão para entrarmos em sintonia harmonicamente, sempre fôramos consideradas pessoas tristes e infelizes.
Isto por ignorarem o verdadeiro motivo, que nos levara a isso, por ignorarem o quanto os empatas mantém na rotina e na solidão a felicidade.
A solidão, ao contrário do que muitas pessoas pensam, sempre possibilitara um profundo encontro comigo, num monólogo silencioso, e bastante produtivo.
Deparara, que dentro do silêncio, estiveram contidas, todas as respostas para as minhas perguntas.
De tal solidão sempre participam as verdadeiras amizades, pois estas comumente, imergiram dentro de minhas profundezas, sentindo e vivenciando meus sentimentos, assim como eu vivenciara destas também.
Sendo assim, flexionáramos entendimentos e respostas feito lampadários, que vão iluminando com uma claridade única todos os pontos onde estão contidos os sentimentos mais nobres, pois a rotina permitira tal passagem, facilitando o acesso.
A natureza também, sempre fora um ponto de equilíbrio, para que haja um melhor entendimento da vida, de maneira simples e pura.
Quando abordara tais comportamentos, jamais quisera induzir uma estranheza comportamental, mas sim, apenas atender as necessidades, as quais sempre me foram inerentes.
Assim também inerentes aos meus familiares, portanto me considerara privilegiada.
A vida jamais oferecera bens em abastança, jamais me livrara de problemas para resolver, porém, a cada etapa vencida, eu tivera nesta um motivo a mais para me considerar plena e feliz.

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Izildinha