Também sempre fora ciente, de que a
diferença, uma predominante entre as pessoas, então muitas delas precisam estar
em constante movimento corporal, viajando de um lado para
outro,comprando,mudando de parceiros, comparando a rotina como alimentar-se da
mesma comida todos os dias, coisa que Artur e eu adoráramos realizar.
Acreditara eu, que á medida que o tempo
passara, cada pessoa fora se acomodando dentro de suas tradições e hábitos
também.
Pessoas notívagas, que sempre careceram
vivenciar a noite como uma parte diferente da vida, onde os sonhos encontram
uma mágica sensação, como se estivera flexionando toda e quaisquer
possibilidades para tais, e que durante o dia este assumira uma característica
mais circunspecta.
Enquanto sempre vivenciáramos o dia, como
a ponte transponível para todas as possibilidades, estes vivenciaram a noite,
como um fragmento cedendo continuidade na próxima noite.
Maria e Eduardo também adoravam os
passeios diurnos, e tinham na noite, o
aconchego da casa.
Eu tivera uma amiga, que fugira pela janela, para brincar carnaval escondida dos
pais, e logo cedo saia para o trabalho.
Até mantinha eu, uma certa admiração, não
pela mentira, que ela vivenciara, mas pela capacidade de trocar uma noite de
sono pela folia, sem ter como descansar o corpo e a mente depois.
Maior parte da população vivendo assim,
sempre fora considerada normal, ao passo que pessoas empatas como nós que
precisáramos fugir da multidão, para podermos nos refazer, carecêramos da solidão
para entrarmos em sintonia harmonicamente, sempre fôramos consideradas pessoas
tristes e infelizes.
Isto por ignorarem o verdadeiro motivo, que
nos levara a isso, por ignorarem o quanto os empatas mantém na rotina e na
solidão a felicidade.
A solidão, ao contrário do que muitas
pessoas pensam, sempre possibilitara um profundo encontro comigo, num monólogo
silencioso, e bastante produtivo.
Deparara, que dentro do silêncio, estiveram
contidas, todas as respostas para as minhas perguntas.
De tal solidão sempre participam as
verdadeiras amizades, pois estas comumente, imergiram dentro de minhas
profundezas, sentindo e vivenciando meus sentimentos, assim como eu vivenciara
destas também.
Sendo assim, flexionáramos entendimentos
e respostas feito lampadários, que vão iluminando com uma claridade única todos
os pontos onde estão contidos os sentimentos mais nobres, pois a rotina
permitira tal passagem, facilitando o acesso.
A natureza também, sempre fora um ponto
de equilíbrio, para que haja um melhor entendimento da vida, de maneira simples
e pura.
Quando abordara tais comportamentos,
jamais quisera induzir uma estranheza comportamental, mas sim, apenas atender
as necessidades, as quais sempre me foram inerentes.
Assim também inerentes aos meus
familiares, portanto me considerara privilegiada.
A vida jamais oferecera bens em
abastança, jamais me livrara de problemas para resolver, porém, a cada etapa
vencida, eu tivera nesta um motivo a mais para me considerar plena e feliz.
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Obrigada pelo carinho!
Izildinha