Á medida que o tempo passara nossas
afinidades foram aumentando cada vez mais.
Nos víramos todos os dias, nós falávamos
também, o bom dia de Artur no meu celular, jamais fora uma mensagem bonita, uma
frase feita, mas sim, uma mensagem de voz me colocando esperança e muito amor.
Simples e criativo, com o tempo fora
percebendo que o cuidado e a criatividade fora uma das marcas registradas de
Artur.
Inesquecível o dia, em que fizéramos
amor, pela primeira vez, sentira ele me levando ao céu, depois uma paz imensa
se apoderou de nós e dormimos feito anjos
Quando
amanhecera o dia, fizéramos café
juntos e Artur fizera panquecas bem grossonas, como dizia ele, e bastante
besuntadas de manteiga.
Eram maravilhosas!
Nunca conseguira fazer igual
Conhecera através dele, as famosas Panquecas Britânicas que ele aprendera em
Londres
Dissera ele, as panquecas britânicas
lembrarem muito
mais as nossas panquecas e os crepes franceses do que as panquecas americanas.
Elas são fininhas, porém Artur sempre fizera mais
grossas podem ser
doces ou salgadas naquele
dia ,sabendo que amara doces, fizera então, servida com açúcar e limão.
Peneirada a farinha e o sal em uma tigela ele Fizera um buraco no centro da farinha e adicionara os ovos nesse buraco, misturara com um garfo até que tudo fique bem
misturado.
Em seguida, começara adicionar uma mistura de leite e água aos poucos e fora mexendo aos poucos para não
formar caroços
Ele tomara cuidado para que a farinha não
ficasse ao redor
da tigela,
fora mexendo pacientemente, até que a massa ficara lisa.
Derretera a manteiga e colocara duas colheres de sopa junto da
massa e misturara
bem.
Com o restante da manteiga Artur fora untando a frigideira.
Ao colocar a manteiga na frigideira, espalhara delicadamente com papel toalha e cm a colher fora colocando
a massa deixando dourar dos dois lados .
Depois de prontas, espalhara um pouco de suco de limão e açúcar
em cada panqueca e dobrara
ao meio, repetindo esse processo duas vezes, depois colocara mais um pouco de suco de limão e
açúcar por cima.
Estávamos ávidos de fome e limpamos a o
prato.
Depois ele mesmo fora colocando as coisas
na pia enquanto eu lavara, e em dois minutos e tudo em ordem.
Depois eu enxugando as mãos ele me
abraçara lentamente e me dissera:
Sabes de uma coisa?.
Eu vou me casar contigo,posso?
Eu rira e muito e respondera:
Sabe?
Eu acho que você não podes, mas sim,
deves.
Nos beijamos longamente e contrariamente
á nossa vontade, saíramos para o trabalho.
Eu sentira em Artur um coração dócil leve
e bnevolente,além do amor sentira um desejo imenso por ele.
Artur fora o namorado que eu procurara a
vida inteira, fora o homem com quem sonhara me casar um dia e para mim, fora
custoso acreditar que a felicidade pudera existir tão intensamente.
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Obrigada pelo carinho!
Izildinha