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quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

FRAGMENTTO DO LIVRRO_CENÁRIO

Á medida que o tempo passara nossas afinidades foram aumentando cada vez mais.
Nos víramos todos os dias, nós falávamos também, o bom dia de Artur no meu celular, jamais fora uma mensagem bonita, uma frase feita, mas sim, uma mensagem de voz me colocando esperança e muito amor.
Simples e criativo, com o tempo fora percebendo que o cuidado e a criatividade fora uma das marcas registradas de Artur.
Inesquecível o dia, em que fizéramos amor, pela primeira vez, sentira ele me levando ao céu, depois uma paz imensa se apoderou de nós e dormimos feito anjos
Quando  amanhecera  o dia, fizéramos café juntos e Artur fizera panquecas bem grossonas, como dizia ele, e bastante besuntadas de manteiga.
Eram maravilhosas!
Nunca conseguira fazer igual
Conhecera através dele, as famosas Panquecas Britânicas que ele aprendera em Londres
Dissera ele, as panquecas britânicas lembrarem muito mais as nossas panquecas e os crepes franceses do que as panquecas americanas.
Elas são fininhas, porém Artur sempre fizera mais grossas podem ser doces ou salgadas naquele dia ,sabendo que amara doces, fizera então, servida com açúcar e limão.
Peneirada a farinha e o sal em uma tigela ele Fizera um buraco no centro da farinha e adicionara os ovos nesse buraco, misturara  com um garfo até que tudo fique bem misturado.
Em seguida, começara adicionar uma mistura de leite e água aos poucos e fora mexendo aos poucos para não formar caroços
Ele tomara cuidado para que a farinha não ficasse ao redor da tigela, fora mexendo pacientemente, até que a massa ficara lisa.
Derretera a manteiga e colocara duas colheres de sopa junto da massa e misturara bem.
 Com o restante da manteiga Artur fora untando  a frigideira.
Ao colocar a manteiga na frigideira, espalhara delicadamente com papel toalha e cm a colher fora colocando a massa deixando dourar dos dois lados .
Depois de prontas, espalhara um pouco de suco de limão e açúcar em cada panqueca e dobrara ao meio, repetindo esse processo duas vezes, depois colocara mais um pouco de suco de limão e açúcar por cima.
Estávamos ávidos de fome e limpamos a o prato.
Depois ele mesmo fora colocando as coisas na pia enquanto eu lavara, e em dois minutos e tudo em ordem.
Depois eu enxugando as mãos ele me abraçara lentamente  e me dissera:
Sabes de uma coisa?.
Eu vou me casar contigo,posso?
Eu rira e muito e respondera:
Sabe?
Eu acho que você não podes, mas sim, deves.
Nos beijamos longamente e contrariamente á nossa vontade, saíramos para o trabalho.
Eu sentira em Artur um coração dócil leve e bnevolente,além do amor sentira um desejo imenso por ele.
Artur fora o namorado que eu procurara a vida inteira, fora o homem com quem sonhara me casar um dia e para mim, fora custoso acreditar que a felicidade pudera existir tão intensamente.
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Obrigada pelo carinho!
Izildinha