Meu
coração parecera já estar acostumado, com essas circunstâncias embora foram
poucos recorrentes em minha vida,mesmo porque tivera a sensação de ter tido
sorte quando encontrara Eduardo na minha juventude, depois o Michel em fase
adulta.
Os
meus dias começaram a se arrastarem novamente, sentira Levi e Andreia distantes
de mim, embora convivendo juntos quase todos os dias.
Parecera
que Michel se fora e levara meu filho e minha nora consigo, ele era
extremamente bom, a ponto de acreditar nas canalhices de Eduardo.
Eu
sentira uma vontade louca de denunciar esse tipo de abuso, mas infelizmente
ainda quase não existem soluções para esses tipos de perversidades, onde tudo
que a vítima tem a fazer é se afastar e calar.
Eu
passara uns longos anos evitando Eduardo, evitando seu contato, porém quando
dera uma relaxada achando que tudo houvera passado, tudo estivera ali, vivo e
latente ,pronto para o ataque.
Meu
filho continuara se encontrando com Eduardo que houvera tomado o controle da
situação e não hesitara, em jogar meu filho e minha nora contra mim.
Eu
voltara a estaca zero, e me encontrara sozinha sem ter com quem sequer
conversar.
Ás
vezes minhas orações pareciam distantes, mesmo porque eu estivera meio
desacreditada de minha fé, quisera me conectar com Deus,entretanto,não fora
Deus distante de mim, mas eu distante de minha coragem ,de minha fé.
Eu
lembrara dos intermináveis tratamentos de silêncio a que Eduardo me submetera
naquela época aos quais me punham muito mal, sentindo-me tal qual aquela,
que me sentira no momento, distante de
minha fé.
Porém,eu
precisara me resgatar, pois precisara de minha força e coragem para sobreviver e sozinha doravante.
O que
me fora doloroso no momento é que entregara também meu filho nas mãos daquele
sociopata manipulador e jamais me perdoaria se
meu filho,viesse perder seu caráter, mudar de conduta, conduzido por um ser que
não amara nem a si próprio ao longo da vida, mas sim, sentira prazer em me ver
sofrendo.
Entre
meu filho e eu abrira-se uma imensa lacuna, já não éramos mais confidentes,
pois ele desconfiara de mim e eu também desconfiara dele ,pressentindo que ele
estivera sendo manipulado por um ser sem amor, frio e calculista.
Eu
precisava salvar meu filho, fazer com que ele voltasse a se entender comigo,mas
ele amara o pai de maneira tal a confiar cegamente em tudo que ele dissera.
Eu
jamais pudera, falar mal do pai de meu filho para ele, e não soubera como
resolver aquela situação, mesmo porque não estivera tão preocupada comigo,mas
sim, no que ele pudera transformar meu filho.
Procurara
um profissional, mas vira que este jamais entendera sobre, e nunca mais voltara
.Então, embasada naquilo em que eu estudara, e me inteirara a respeito, precisaria agir, sem reações, pois uma reação minha naquele momento delicado, poderia ser catastrófica.
E treinando a virtude da paciência, começara a caminhar, e direcionar as atitudes, de maneira que ,desarmasse Eduardo definitivamente contra mim.
Ele era ardiloso e perverso e se sentindo com o controle da situação nas mãos, em pouco tempo destruíra completamente a minha família.
.Então, embasada naquilo em que eu estudara, e me inteirara a respeito, precisaria agir, sem reações, pois uma reação minha naquele momento delicado, poderia ser catastrófica.
E treinando a virtude da paciência, começara a caminhar, e direcionar as atitudes, de maneira que ,desarmasse Eduardo definitivamente contra mim.
Ele era ardiloso e perverso e se sentindo com o controle da situação nas mãos, em pouco tempo destruíra completamente a minha família.
Segundo
conhecedores do assunto, um narcisista só chega a
um terapeuta, porque
seus cônjuges não param de cobrar mais interesse no casamento e porque as
pessoas no trabalho não parecem lhes dar o crédito ou a atenção que merecem. Ficando apenas o tempo suficiente para decidir, que
o que realmente precisam é deixar o casamento e trocar de emprego.
Depois disso, abandonam a terapia.
Depois disso, abandonam a terapia.
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Obrigada pelo carinho!
Izildinha