Vira
grande possibilidade, em um mundo liquefeito que, segundo
Zygmunt Bauman, os contrastes se misturaram,
e ainda fôramos levados
e distorcidos completamente,
caso não nos cuidáramos.
Realmente
eu vivenciara um mundo, onde já não houvera separação entre a verdade e a
mentira que segundo a psicologia espiritualizada também discernira como uma
guerra espiritual entre a mentira e a verdade,pela posse de almas.
Começara
a perceber que muitas pessoas,realmente vivera fora de suas realidades,
camuflando o mundo real com o virtual.
Segundo
pensamento de Zygmunt Bauman, nos tempos atuais, as relações entre os
indivíduos nas sociedades tendem a ser menos frequentes e menos duradouras.
Asseverando que "as
relações escorrem pelo vão dos dedos". Segundo o seu conceito de
"relações líquidas", formulado, por exemplo, em Amor Líquido, onde as
relações amorosas deixam de ter
aparência de adesão, e passam a
ser acúmulo
de experiências.
Este também discorre sobre os medos, onde a insegurança
seria parte estrutural da constituição do sujeito pós-moderno, conforme escreve
em Medo Líquido.
Bauman
fora frequentemente
interpretado como um pessimista, por alguns críticos pós-modernistas.
Pois, enquanto
muitos cientistas, muitos poetas
e artistas empenharam-se na exaltação das virtudes do capitalismo,
ele comunista, se insere na contracorrente, procurando
expor a face desumana do capital.
Dissera
Bauman, uma retomada de consciência,
a curto prazo, pudera fazer
tudo voltar nos eixos, passáramos
ainda acreditar, que nosso cérebro não
estava preparado, para
tamanhas mudanças em bem pouco tempo.
Mudanças
estas, que por coisas insignificantes, e praticamente irreais, nos punham
inseguros e competitivos.
Concluindo
ainda Bauman nos relatara, muito solitários, sentira isso, quando nós dois, não conseguíramos convivermos conosco, no meio da multidão.
Quando
o simples fato de estarmos expostos fisicamente, ou virtualmente no meio de
outras pessoas ,nos exigiram
uma demonstração de uma felicidade
inatingível.
Tão excêntrico, que grandes pensadores
acharam, que as pessoas rindo o tempo todo, jamais mostraram felicidades,
mas sim, muitas vezes se sabotando.
Por
isso, nosso cão Dunga, nos punha á vontade e de frente com a
integridade.
O
tempo passara para
nós, acabara minha faculdade, e eu arrumara um emprego numa indústria, de engenharia
alimentícia, muito perto do emprego do Eduardo, em São Paulo
Passáramos
a morarmos juntos, cuidando de nossa
saúde ,fazendo nos finais
de semana, nossas marmitas,
com comidas saudáveis para a semana
inteira.
Isso
virara quase uma neurose e eu me sentira totalmente impregnada, mas por outro
lado precisáramos fazer economia, portanto, esse processo também, nos saia mais em conta.
Tínhamos
o costume, de
nos organizarmos nos finais de semana,
apenas ainda ,não tínhamos legalizado
nossa situação, mas éramos muito parecidos em tudo, coisa incrível como nos completáramos, morando juntos.
O ciúme
sempre ficava longe de nós, mesmo porque, eu descobrira uma maneira de não alimentar
seu ciúme, mas conviver com Eduardo de maneira tal, e sincera que ele por si só,viera a
entender, que não fizera o menor
sentido, ciúme entre nós.
Íamos ao parque do Ibirapuera para caminharmos, também assistir algumas peças teatrais.
Íamos ao parque do Ibirapuera para caminharmos, também assistir algumas peças teatrais.