Começara
a me concentrar em minha própria vida, e para desenvolver meus pensamentos, começara a ler muitos livros que me iluminassem,
para um caminho melhor, jamais buscara auto
ajuda, mas sim me concentrara em grandes pensadores tais como Platão,
Zygmunt Bauman, Friedrich Wilhelm Nietzsche e outros também, assistindo
vídeo aulas, pois havia um computador no quarto, e quando sozinha poderia ver.
Frisa-se a importância de estudos a respeito dessa temática a fim de que aumente a produção científica sobre esse transtorno que acomete uma parcela significativa da população mundial; indivíduos estes que são afetados por inúmeras implicações clínicas, econômicas e sociais.
Esse
meu novo amigo, tinha
umas conclusões inteligentes, uma linha de pensamento equilibrada, e o que era mais interessante ,que estava sempre
alheio á vida de todos, porém sempre muito ligado aos sofrimentos, que estes
viessem a ter...
Eu
jamais poderia usar desta amizade para despencar meus segredos, pois ele me
parecia tão leve e sutil em tudo, que me fizera acreditar, ser pesado demais o
meu fardo em relação,
à delicadeza que o mantinha.
Delicadeza
de sentimentos,respeitos,porém ostentava uma fortaleza como pessoa, como ser
humano, embora fosse muito cedo para fechar minhas conclusões.
Ele
sempre procurara estar
de meu lado, abordando desde os assuntos mais banais até ideias e pensamentos
mais profundos.
Ao
lado dele, sentira que não precisaria ostentar uma falsa felicidade, embora suas verdades pesassem sobre mim
ás vezes, porém, ele aceitara minha
estrangeirice, como um ponto de minha sinceridade, sem
nunca me perguntar, coisas qualquer.
No
final do ano, ofereceram um curso gratuito abordando filosofia, comportamento e
também psicologia e aconselhada por ele,
fizéramos, perdendo ou
ganhando assim, uma semana de nossas férias, depois passamos a estudar idiomas
juntos.
Sílvio
me cativara com seu jeito especial.
Até
que um dia lhe contei minha história, ele me ordenara de maneira dura e
irredutível que eu procurasse uma terapia,eu dissera que não tinha condições,
então ele me orientara para passar por uma avaliação, pelo menos.
Indicou
o pai de um amigo dele, e marquei então a primeira consulta.
Logo
depois de longa conversa viera a conclusão
Estresse
Pós Traumático dissera:
Depois
me elucidara:
O
Transtorno de Estresse Pós-traumático,
ou melhor, uma doença causada por um ou
mais eventos traumáticos, ou seja, onde essa patologia só pode ser desenvolvida
Esse conceito contemporâneo de trauma, tem uma origem em um percurso histórico.
As atuais conclusões, advêm de um estudo sobre a origem,a evolução histórica e construção teórica da ideia de trauma, mais especificamente, da ideia de trauma psíquico, mais do que trauma corporal.
Este
trabalho também apresenta um conceito bem contemporâneo desse termo através do
fenômeno da criação diagnóstica (contextualização história e
características diagnósticas apresentadas por esse transtorno).Esse conceito contemporâneo de trauma, tem uma origem em um percurso histórico.
As atuais conclusões, advêm de um estudo sobre a origem,a evolução histórica e construção teórica da ideia de trauma, mais especificamente, da ideia de trauma psíquico, mais do que trauma corporal.
Frisa-se a importância de estudos a respeito dessa temática a fim de que aumente a produção científica sobre esse transtorno que acomete uma parcela significativa da população mundial; indivíduos estes que são afetados por inúmeras implicações clínicas, econômicas e sociais.
O transtorno do estresse pós-traumático, é uma anomalia da ansiedade caracterizado por um conjunto
de sinais e sintomas físicos, psíquicos e emocionais em decorrência do portador
ter sido vítima, ou
testemunha de atos violentos,
ou de situações traumáticas que, em
geral, representaram ameaça à sua vida ou à vida de terceiros.
Quando
se recorda do fato, ele revive o
episódio, como se estivesse ocorrendo naquele momento,
e com a mesma sensação de dor e sofrimento, que o agente estressor provocou.
Essa recordação, conhecida como revivescência,
desencadeia alterações neurofisiológicas e mentais.
Perto
de quinze a vinte por cento, das
pessoas que, de alguma forma, estiveram envolvidas em casos de violência
urbana, agressão física, abuso sexual, terrorismo, tortura, assalto, sequestro,
acidentes, guerra, catástrofes naturais ou provocadas, desenvolvem esse tipo de
transtorno.
Contudo,
a maioria só procura ajuda, dois
anos depois das primeiras crises.
Ele
entrou com ante depressivos e também pediu-me para retornar antes que os
medicamentos terminassem.
E lá
estava eu,condenada a tomar remédios controlados a vida inteira, pelas feridas
causadas desde a infância como ele me esclarecera muito bem.
Cheia
de culpas, fobias oscilando com desmotivação, tremedeira,sudorese,era esse o meu
diagnóstico e fora bem claro, de difícil recuperação.mediante a experiência de um “trauma”.