O
tempo passara e concluíramos a faculdade de Educação Física, Sílvio bem pouco
falara a mim de sua família, dissera que
morara com uma tia solteira, que nunca casara desde bebê, e que a tinha como mãe , pois não
conhecera seu pai ,sua mãe e familiares.
Sua
tia ligava sempre, porém nunca íamos
visitá-la, ela morava em Vila Velha,
município brasileiro centrado no
litoral do estado do Espírito Santo, na Região Sudeste do país.
Concerne
à Região Metropolitana de Vitória, em
perímetro urbano, o que faz do município o segundo mais
populoso do Espírito Santo, atrás apenas da Serra.
A sede tem uma temperatura média anual vinte quatro graus centígrados, na vegetação original do município
predomina a Mata Atlântica, tendo atualmente alguns trechos de restinga.
O município foi fundado pelo português Vasco Fernandes Coutinho, donatário da
Capitania do Espírito Santo, que
mais tarde a capital foi transferida para Vitória.
Figura-se então como a cidade mais antiga do estado, possuindo várias
construções históricas, como a Igreja de Nossa Senhora do Rosário, o Forte de
São Francisco Xavier de Piratininga, o Farol de Santa Luzia e o Convento da
Penha, sendo este último um dos principais pontos turísticos do Espírito Santo,
construído entre os séculos
dezesseis e dezessete, e
tombado como patrimônio histórico cultural pelo Instituto do Patrimônio
Histórico e Artístico Nacional entre
os anos mil e quatrocentos e mil e quinhentos.
Tem um
grande porte industrial,
sendo o segundo maior centro comercial do estado,
depois da capital, Vitória.
Possui
muitos quilômetros de litoral, sendo
praticamente todo recortado por praias, as quais constituem importantes ícones
turísticos e paisagísticos, como a Praia da Costa, de Itapoã e
de Itaparica, onde realizam-se diversos eventos que
fortalecem ainda mais a presença de turistas, como a Festa da Penha, em
homenagem a Nossa Senhora da Penha, considerado o terceiro maior evento
religioso do Brasil; o Festival do Chocolate, em que a Chocolates Garoto, uma
das maiores e mais antigas indústrias de Vila Velha, expõe seus trabalhos; além
do Jesus Vida Verão.
Fizéramos
essa viagem de carro e fora muito cansativa, porém quando estávamos chegando
Sílvio alegara, que precisara me contar um segredo, e sem mais rodeios, me disse ser
casado com família constituída.
Eu
vira minha história se repetindo, só que desta vez,eu vivenciando o lado
oposto.
Recobrando o sentido,eu perguntara, se ele fora separado ou divorciado pelo menos, ele dissera que
não, que houvera mandado dinheiro todos os meses á esposa sem que eu
percebesse, pois eles tinham uma filha de seis anos de idade.
Eu
ficara aturdida, desolada com vontade de saltar do carro em movimento, tinha
construído uma vida, adquirido bens com um homem casado, que me pedira em
namoro e nunca houvera me contado nada.
Eu
perguntei a ele o que achara que eu deveria fazer.
Ele
respondeu:
Vamos
dizer que somos amigos, mas prometo que resolvo essa situação com Cristina
minha esposa, dou amparo a nossa filha Manoela e tudo ficará bem.
Eu
sentira vontade de partir para cima dele e esganá-lo, porém tinha que ter muita
calma naquela hora,afinal,eu fora feita de pedra, pensara eu,para suportar
tantas tempestades.
Na
verdade vivêramos como marido e mulher e nem sequer legalizamos nossa
situação,eu sempre esperando que partisse dele, no entanto, ele nunca sequer
tocara no assunto.
Também
sequer, eu notara vestígios de outra mulher na vida dele, mesmo antes de
morarmos juntos, ele me disse não ser casado com Cristina, pois na época era
muito jovem e viera a São Paulo para estudar e trabalhar.
Mas,
dissera ele:
Eu
prometi levá-la comigo juntamente com minha filha quando minha vida melhorasse...
Mas
que ele me amava, e que pretendia ajudá-las, mas continuar comigo, como se isso me
fosse um prêmio de consolação...
Eu disse a ele, que tudo estava terminantemente terminado entre nós, que entrasse na próxima cidade, e que eu voltaria, quanto ao patrimônio que havíamos juntado, não era lá essas coisas, mediante estrago psicológico, mas ele me disse ter feito suas reservas, sem que eu soubesse.
Também me viera a cabeça como fora bom eu não ter contado meu segredo ao Leo durante a viagem .
Eu disse a ele, que tudo estava terminantemente terminado entre nós, que entrasse na próxima cidade, e que eu voltaria, quanto ao patrimônio que havíamos juntado, não era lá essas coisas, mediante estrago psicológico, mas ele me disse ter feito suas reservas, sem que eu soubesse.
Também me viera a cabeça como fora bom eu não ter contado meu segredo ao Leo durante a viagem .
Eu
sentira que ele me usara o tempo todo, explorara financeiramente, enquanto eu bancara as nossas despesas, o ajudara juntar dinheiro para se casar com
outra.
Quanto
ao carro ,sugeri que comprasse minha parte,eu não sei onde ele encontrara tanta perversidade.