Eu olhara para aquela vasta multidão inexpressiva, portanto não vira nenhum sonho veicular entre eles, apenas um mórbido silêncio, de quem se entregara á força de um acaso.
Sentira também ,assim dentre todos, ou todas, como alguns que dificilmente sentem, um absurdo acreditarem em tal fato como verídico, e no entanto sentira a veridicidade embaralhada com a aleivosia,porém,seguíramos em frente evitando sermos notados, ou distinguidos entre os demais.
O tempo houvera operado milagres em mim,porém também a duras penas e através da imperfeição,me ensinado as melhores lições, até então aprendida.
Talvez eu não tivera tantas palavras, mas estivera me reduzindo a uma essência, onde o pensamento e a sensibilidade veiculavam entre o melhor e o pior, tentando me equilibrar num plano mais claro e também mais puro.
Pela primeira vez,me sentira orgulhosa de mim,eu conseguira dizer não,depois de uma vida inteira de ensaios, porém sempre vencida por um sim contrário aos meus propósitos.
Começara a me estudar verdadeiramente,e a me sentir mentindo para mim mesma,quando esta perpetrando meu ser,tanto me incomodara.
Viera um não primeira vez ,e eu conseguira ser aparentemente cruel mediante uma situação,contudo verdadeira a mim mesma.
Tal fato me trouxera um sono tranquilo e uma paz vivificante,da qual eu fora merecedora,com certeza.
Jamais ousara a vaidade de me dominar,mas sim,me proteger de maneira a me agradar e agradar a “Quem” tanto me insistira,resvalando uma centelha em mim e acendendo uma lanterna ,que me conduzira aos trilhos difíceis, que eu já houvera traçado,porém faltara ainda ,eu me ceder algo que fosse melhor para mim.
A felicidade afetiva.
Eu me sentira como uma criança feliz que encontra o melhor brinquedo na vida mediante tal amor,que me trouxera as mais incríveis sensações,inclusive fazendo meu corpo todo reagir,mediante sua presença.
E fora cedendo me a esse encanto,que depois me espezinhara como que socara as uvas para extrair o vinho,um suprimento precioso.
E eu ficara vazia de mim,triste encolhida esperando uma nova investida,porém a luz que me amparara,ficara opaca,cinza e estranha.
Porém eu me reequilibrara de tal solavanco e voltara a me sentir forte,determinada a encontrar em mim,todos os motivos que me levariam para a felicidade plena.
Jamais confidenciara a mim mesma, o amor ser algo ruim,mas estancara em mim a certeza do certo, e pairara então, o fracasso do inacessível, do impossível,contudo então, um sofrer desnecessário,mas que insistira constantemente, arrastando um apego junto.
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Obrigada pelo carinho!
Izildinha