A poesia, sempre encontra seus artifícios dentro da imperfeição, dentro do mutante tão finito, caso contrário, teríamos um único parâmetro, para nos narcotizar eternamente até, mesmo a vida tendo seu ambiente, mais acanhado possível.
A cura da alma provém do tempo, do conhecimento e também do auto amor, quando nos escoramos apenas em gratidão, a tudo que temos ,ou somos, sem o olhar comparativo rodeando as cercanias.
Sentir em cada tristeza, o prenunciar de um novo ponto de prometida ascensão, quando são estes nutrientes, que movimentam a nossa vida, calçando os nossos pés, segurando as nossas mãos, para que tracemos os mais delicados esboços de contentamento e alegria, mediante a simplicidade, de simplesmente poder discernir, uma paz ao nosso redor.
Porém, jamais podemos deixar de sentir a dor alheia, ou simplesmente fecharmos os olhos, para os pequenos seres, que nos representam, mediante ao mundo, mediante à vida, e mediante Deus.
Contudo, logo adiante somos medrados pelas doutrinações trazidas pela essência ,que nos deixara temporariamente.
Tudo volta de maneira espetacular, nos pondo em sintonia com o “Grande” e sua paz.
Assim, nossas vidas, e suas intempéries, ganharam um brilho diferente a ser visto.
Jamais, vivêramos separados da consciência única, uma ligadura quando nossa consciência livre e destemida, colocar nossa constituição para descansar, numa fertilização necessária, para a qual todos estamos aptos.
Tocados pelo temor, preferimos sempre nos ausentarmos dessa concepção.
Eu Laura, durante muito tempo em minha vida, preferira esquecer, visto que quando criança, sofrera muito em silêncio, sem entender esse verídico fato.
Porém, à medida que entardecemos, vamos buscando um novo refúgio para o deserto que nos aflige, quando ainda ignoramos a existência de uma Consciência Única.
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Obrigada pelo carinho!
Izildinha