Á medida que o tempo fora passando, eu fora aprendendo, ou melhor, adquirindo mais sabedoria,assim mesmo com tantos percalços, a vida sempre me sorrira numa síntese qualquer.
A vida sempre me sorrira na pessoa de Renato, Joaquim,Cláudia, Júlia e Rafael.
Jamais me considerara, uma eterna protegida,necessitara sempre fazer jus a tal proteção,começara sentir em alguns dias, uma sensação estranha, mesmo junto dos amores de minha vida.
Vira pessoas aos nosso redor,apenas agarradas a um materialismo, e um consumismo indescritível,preferindo uma felicidade ostentada numa imagem, porém,nada restando para si mesmas.
A fé saltara para uma customização, saltara para um Deus obediente e predisposto a satisfazer inúmeras determinações,vira o ódio estampado no rosto, e nas palavras que saltavam como pedras pesadas, tentando não só atingirem como destruírem totalmente outrem.
Um escopo maligno parecera dominar uma boa parte populacional.
A verdade se tornara uma proibição, que fora aos poucos se encolhendo e a mentira invadindo todos os espaços
Vira famílias se dividindo, a verdade tomando um rumo e a mentira outro,parecera vivenciar um ensaio apocalíptico, onde apenas tais estranhezas fossem o esdrúxulo começo.
Esse fora o mesmo mundo onde tivera uma infância misógina , porém um pouco mais amena.
O amor fora escasseando,embora muito divulgado em todos os lugares.
Os olhares foram trocados por espionagem, onde ninguém mais sorrira a ninguém,onde confiar se tornara uma proibição.
Baumam asseverara uma modernidade líquida, onde verdade e mentira estariam liquefeitas, porém,acreditara eu, no início de uma nova era.
A era dos separados como água e óleo ,que jamais poderiam ou conseguiriam se misturar.
A era dos híbridos!
Cédulas comprando palavras e dignidades,porém ainda reinara uma população crente, não em Deus,mas numa figura ostentada uma oratória qualquer.
Deus, aos poucos fora se tornando uma disputa, para posse de muitas religiões.
As guerras ,os conflitos que começaram num simples relacionamento entre duas ou mais pessoas,criaram metástases dominando o mundo.
A morte, nossa única certeza, fora vendida por determinações de muitos,onde pós esta,nada mais restara.
Fôramos nos agarrando aos nossos, e para vivermos tranquilos,evitáramos que nossas janelas fossem ampliadas, para que não nos entristecêssemos.
Jamais buscáramos a utopia,porém, um meio de sobrevivência na verdade e na fé que nos fortificara.
A nossa neta de Évora, simplesmente fora quase que apagada de nossas memórias, quando se tornara uma assídua frequentadora da revista Times,quando adotara para si o mundo do poder e da ganância,tentando desesperadamente cobrir a ausência ou incapacidade de amar.
Uma eliminação em massa de bisões e outros rebanhos,culpando estes produzirem gazes responsáveis pelo efeito estufa no planeta, porém as derrubadas e queimadas continuaram persistentes.
Fora difícil, nos adequarmos, a um mundo populacional, que aos poucos fora estranhamente mudando.
O advento da Cibernética parecera em boa parte ,contribuir para o bem da humanidade,porém a maleficência infiltrada em seu meio, jamais deixara por menos.
Os abusos narcísicos ultrapassaram fronteiras,mares,territórios,querendo dominar o mundo,querendo matar a alma,destruir a fé a todo e qualquer custo.
Porém, Jesus Cristo deixara tudo implícito em Suas Verdades, então eu entendera, que vivenciáramos uma tentativa, jamais uma vitória, uma ameaça,porém jamais uma determinação.
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Obrigada pelo carinho!
Izildinha