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quarta-feira, 28 de outubro de 2020

FRAGMENTO DO LIVRO_EXEMPLARES

Júlia com doze anos estudara na sexta série na Escola de Condição Infante de Évora,estudara nesta, desde os sete anos de idade.
Era uma menina bastante geniosa,com um temperamento forte e acentuado,porém,soubera ás vezes ser dócil também.
Isto, quando tal atitude lhe conviera...
Ficáramos bastante preocupados, com tal temperamento,quando entre nós sempre reinara a tranquilidade, até então.
Muito linda,mas por qualquer motivo ficara melindrada, e se fechara por dias, tentáramos abrandar tal ressentimento, mas sempre fora muito difícil, tanto para os pais,  como para nós os avós e também os bisavós,os quais sempre protegêramos,por causa da fragilidade.
Meu filho tentara impor algumas condições á Júlia, com certo cuidado,mas esta, era realmente arredia e bastante melindrosa.
Ficáramos bastante preocupados, com tal temperamento,quando entre nós sempre reinara a tranquilidade, até então.
Sendo psicólogo, Joaquim percebera desde muito cedo, tratar-se de um temperamento estranho,mas acreditara que o tempo a libertasse, e a colocasse em sintonia com ele e Cláudia.
Entretanto, tal temperamento continuara se agravando com a idade, o que nos pusera angustiados.
Tornara comum,recebermos aviso da escola quanto ao seu comportamento agressivo e arredio.
Jamais pedira desculpas a ninguém,percebêramos que ela mentira muito, e simplesmente tivera um comportamento frio e racional.
Quando ela tivera dois ,três anos de idade,era normal fazer birras e chorar muito se fosse proibida de brincar com algo perigoso .
O que mais assustara meu filho e a todos nós, fora quando amigo lhe dissera, haver traços de narcisista perverso, ou sociopata.
Nosso mundo, até então tão encantador houvera desabado.
Soubéramos que não houvera tratamento para desvio de personalidade,por não se tratar de doença.
O narcisista perverso ou sociopata,fora isento do lado emocional,onde simplesmente predomina apenas a razão,soubéramos que a felicidade para ela fora um fato inexistente,onde sempre fora confundida com o prazer de contestar, de fazer suas vítimas sofrerem.
Ela perante a sociedade em que vivera, parecera uma pessoa encantadora,porém jamais poupara maldade para suas vítimas.
A diretora da escola houvera questionado tal fato,em perceberem em Júlia uma certa estranheza, quieta ,educada,mas de vez em quando tinha atitudes esdrúxulas.
Quando chamada a diretoria,esta desarmava toda e qualquer acusação contra si,e de maneira tal,que ninguém conseguira lidar com a situação.
Ela comandara bullying em sala, contra uma garota, da qual ela não gostara gratuitamente, atrapalhando todas as aulas.
Também houvera manipulado um grupo de alunos e alunas da mesma sala,assim estes estiveram sempre a defendê-la considerando Júlia a melhor pessoa do mundo.
Os pais da vítima transferiram a menina para outra escola depois de muitas queixas.
Júlia se encarregara de jogar nossa paz no lixo.

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Obrigada pelo carinho!
Izildinha