Embora muitas vezes,o cansaço me abatera de tal maneira,que me sucumbira, sem que eu me dera conta,mesmo assim,sempre houvera um retorno onde uma paz me convidara a refletir numa inspiração que me nascera no pensamento, e rumara para minha crença "absoluta" onde me tornara única e exclusiva dentro desta.
Uma luz cativante, obviamente mostrara qual caminho eu devera seguir, e em qual mão eu devera segurar.
Eu jamais estendera meu coração, jamais o deixara jogado,sem que aos poucos eu fora cuidando de suas ferimentas e aos poucos fora galgando novos degraus,pois me enternecera continuamente, com a "natureza" que de forma matemática,expusera uma sabedoria simples, elegante e silenciosa.
Eu sempre fora aquela Manuela,cujos antídotos elaborara bem cedo,tendo uma responsabilidade, mesmo que inventada, para que tal me roubasse a paz, e me pusesse comprometida por completo com o mundo que me cerceara.
Uma misoginia esmagadora, enquanto menina, fora incutindo responsabilidades castradoras dentre meu mundo.
Porém,ao conhecer Renato,começara perceber,que o mundo jamais fora contornado apenas de homens provincianos,cujo coração jamais estivera á mostra,quando estes dotados de uma praticidade completamente racional e insensível.
Tal racionalidade, eu vira tocando meus irmãos também,tanto em relação a mim,quanto em relação ás suas namoradas.
Estes as sufocavam a ponto destas jamais conseguirem expor suas maneiras de ser e pensar.
Tivera uma amiga, chamada Suzana, que fora apaixonada pelo meu irmão mais velho,porém mediante tamanha estupidez,esta fugira dele como um passarinho assustado foge de um predador.
Abordamos na contemporaneidade o tema evolução,no entanto eu vira e percebera, que com o tempo as pessoas tomaram um caminho de volta,banindo de si todos os nobres sentimentos,fazendo do sexo apenas,um motivo para se ligar a uma mulher,e uma mulher a um homem.
Ouvira frases absurdas de minha mãe dizendo, que um homem veste suas calças e sai,porém com a mulher ficara a vergonha e o desprazer de ter sido abandonada.
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Obrigada pelo carinho!
Izildinha