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terça-feira, 24 de março de 2020

O DETERMINANTE_DO LIVRO VERSOS BRANCOS CONTOS E PROSAS

Tudo começara, para alguns, no estacionamento, e outros, encostando suas bicicletas num lugar mais seguro, e mais outros seguramente á pé.
Eu estivera acostumada, entrar em um supermercado, descontraída ás vezes, à vezes nem tanto.
Porém, a visão fora outra, umas cruzes amarelas, determinaram, qual fora o lugar que eu deveria ficar em pé, até segunda ordem.
Mediante um silêncio sepulcral,eu entendera o que a segurança balbuciara, com a cara fechada, porque para ela, esboçar um sorriso, pudera ser complicado.
Todos em silêncio, ninguém perguntara nada, mesmo porque a distância estabelecida, tornara inviável qualquer tipo de comunicação.
Todos evitaram se olharem.
Eu fora com minha lista pronta, para poder sair daquele lugar, o mais rápido possível.
Sempre fora um dos supermercados, muito bem frequentado, no que tange a pessoas de maior poder aquisitivo,eu nunca o frequentara por isso, mas sim, porque em épocas de temporadas, eu passara poucas e boas, em um outro, que acabara elevando o preço lá em cima, por causa da imensidão de turistas, que lá se amotinavam.
Mas voltando ao assunto um clima de suspense, de medo, de angústia pairava no ar.
Lembrara que o carnaval fora ali,dias atrás, onde uma multidão festejara rindo, e esbanjando felicidade, e bastara um vírus perigosíssimo, como outros vivenciados pelos nossos antepassados, e recentemente, o ebola na África Ocidental para todos silenciarem.
Eu tentara cumprir com o meu dever, me protegendo e protegendo terceiros, mas ,por mais que eu faça, o minúsculo determinante, continua retrocedendo e parando o mundo.
Embora nossas vidas realmente estejam vivenciando uma fase melindrosa
.
Nenhum drone
consegue atingi-lo,
 Numa
apresentação, um homem no palco mostrara, que o pequeno drone, parecera ter uma autonomia, tanto para se esquivar de possíveis ataques, quanto para atacar um possível inimigo.
Dotado
de inteligência artificial e de pequenas e mortíferas cargas de munição, o dispositivo aéreo, pudera reconhecer facilmente seu alvo, e elimina-lo em apenas um único tiro.
Mas não inventaram um nanotiro para atingir um minúsculo e mortal inimigo.
É impressionante como se criam armas para matar,portanto,no que tange salvar vidas, ainda vivemos num regime quase primitivo, mesmo porque a humanidade já vivenciara outras pandemias.
Esperemos, que esses heróis da Saúde, pouco valorizados [pelo menos aqui no Brasil] encontrem coragem para encarar o contato com a infestação viral, ao cuidar de seus pacientes.
Quanto aos drones, estes servem apenas para nada de importante, mesmo porque, para a nossa essência espiritual,viemos aqui e estamos de passagem para tentarmos fazermos o bem,embora sejamos tão imperfeitos e frágeis.

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Obrigada pelo carinho!
Izildinha