Tudo
começara, para alguns, no estacionamento, e outros, encostando suas bicicletas num
lugar mais seguro, e mais outros seguramente á pé.
Eu estivera acostumada, entrar em um supermercado, descontraída ás vezes, à
vezes nem tanto.
Porém, a visão fora outra, umas cruzes amarelas, determinaram, qual fora o lugar
que eu deveria ficar em pé, até segunda ordem.
Mediante um silêncio sepulcral,eu entendera o que a segurança balbuciara, com a cara
fechada, porque para ela, esboçar um sorriso, pudera ser complicado.
Todos em silêncio, ninguém perguntara nada, mesmo porque a distância
estabelecida, tornara inviável qualquer tipo de comunicação.
Todos evitaram se olharem.
Eu fora com minha lista pronta, para poder sair daquele lugar, o mais rápido
possível.
Sempre fora um dos supermercados, muito bem frequentado, no que tange a pessoas
de maior poder aquisitivo,eu nunca o frequentara por isso, mas sim, porque em
épocas de temporadas, eu passara poucas e boas, em um outro, que acabara
elevando o preço lá em cima, por causa da imensidão de turistas, que lá se
amotinavam.
Mas voltando ao assunto um clima de suspense, de medo, de angústia pairava no ar.
Lembrara que o carnaval fora ali,dias atrás, onde uma multidão festejara rindo,
e esbanjando felicidade, e bastara um vírus perigosíssimo, como outros
vivenciados pelos nossos antepassados, e recentemente, o ebola na África
Ocidental para todos silenciarem.
Eu tentara cumprir com o meu dever, me protegendo e protegendo terceiros, mas ,por mais
que eu faça, o minúsculo determinante, continua retrocedendo e parando o
mundo.
Embora nossas vidas realmente estejam vivenciando uma fase melindrosa.
Nenhum drone consegue atingi-lo,
Numa apresentação, um homem no palco mostrara, que o pequeno drone, parecera ter uma autonomia, tanto para se esquivar de possíveis ataques, quanto para atacar um possível inimigo.
Dotado de inteligência artificial e de pequenas e mortíferas cargas de munição, o dispositivo aéreo, pudera reconhecer facilmente seu alvo, e elimina-lo em apenas um único tiro.
Embora nossas vidas realmente estejam vivenciando uma fase melindrosa.
Nenhum drone consegue atingi-lo,
Numa apresentação, um homem no palco mostrara, que o pequeno drone, parecera ter uma autonomia, tanto para se esquivar de possíveis ataques, quanto para atacar um possível inimigo.
Dotado de inteligência artificial e de pequenas e mortíferas cargas de munição, o dispositivo aéreo, pudera reconhecer facilmente seu alvo, e elimina-lo em apenas um único tiro.
Mas não inventaram um nanotiro para atingir um minúsculo e mortal inimigo.
É impressionante como se criam armas para matar,portanto,no que tange salvar vidas, ainda vivemos num regime quase primitivo, mesmo porque a humanidade já vivenciara outras pandemias.
Esperemos, que esses heróis da Saúde, pouco valorizados [pelo menos aqui no Brasil] encontrem coragem para encarar o contato com a infestação viral, ao cuidar de seus pacientes.
Quanto aos drones, estes servem apenas para nada de importante, mesmo porque, para a nossa essência espiritual,viemos aqui e estamos de passagem para tentarmos fazermos o bem,embora sejamos tão imperfeitos e frágeis.
É impressionante como se criam armas para matar,portanto,no que tange salvar vidas, ainda vivemos num regime quase primitivo, mesmo porque a humanidade já vivenciara outras pandemias.
Esperemos, que esses heróis da Saúde, pouco valorizados [pelo menos aqui no Brasil] encontrem coragem para encarar o contato com a infestação viral, ao cuidar de seus pacientes.
Quanto aos drones, estes servem apenas para nada de importante, mesmo porque, para a nossa essência espiritual,viemos aqui e estamos de passagem para tentarmos fazermos o bem,embora sejamos tão imperfeitos e frágeis.
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Obrigada pelo carinho!
Izildinha