Em cada acomodação, onde as sentimentalidades vivenciaram,certamente,sempre fora um contraposto do mal jeito,
da inquietação, que em dias alternados,tendem surpreenderem.
Eu seguira a minha solidão, cheia de pensamentos, palavras não ditas, discussões monologadas, que sempre chegam a um consenso comum , só comigo mesma.
Como um poeta sem amor, que certamente este, apenas vivera morto por mil razões, as quais ele pudera arrazoar, uma por uma, porém, exalta o amor, fingindo a dor,da dor.
Ensaiando uma praticidade, para poder tragar o ar, longe da poesia, quando esta, atravessa a ponte do outro lado ,tocando o horizonte do outro mundo, o seu mundo interior, esbarrando vagarosamente, as raias da loucura, como este sempre amara, sem jamais questionar consigo mesmo, onde estivera o ponto central, que o acomodaria longe da margem, ou da marginalidade.
Fora marginalizado, em si, quando não centralizado, ou porque não mantivera a margem destra.
Mas seu coração de poeta, ás vezes arrasta para o amor comunitário, onde fora desertado de toda compreensão que o abrange, ao se colocar num ponto qualquer, num lugar qualquer,num vivente qualquer.
E é de praxe, o poeta fingir dor, simplesmente vivenciando uma dor, que não lhe pertencera, que não lhe condiz.
E pelos caminhos machucados, todas as feridas clamam por uma ode apenas, por uma resolução, por um embate silencioso e desconhecido naturalmente.
Falara então, de um amor retrógrado, fora de moda, fora de tempo.
Assim como a natureza, ás vezes ferida e sangrada, desertados nativos, tentam enviar suas últimas mensagens, porém no dia seguinte, tais mensagens foram olvidadas.
Então a poesia, certamente, fenecera junto dela, como um cão obediente e amoroso, que mesmo mediante lassidão, mantém-se ali fiel.
Eu seguira a minha solidão, cheia de pensamentos, palavras não ditas, discussões monologadas, que sempre chegam a um consenso comum , só comigo mesma.
Como um poeta sem amor, que certamente este, apenas vivera morto por mil razões, as quais ele pudera arrazoar, uma por uma, porém, exalta o amor, fingindo a dor,da dor.
Ensaiando uma praticidade, para poder tragar o ar, longe da poesia, quando esta, atravessa a ponte do outro lado ,tocando o horizonte do outro mundo, o seu mundo interior, esbarrando vagarosamente, as raias da loucura, como este sempre amara, sem jamais questionar consigo mesmo, onde estivera o ponto central, que o acomodaria longe da margem, ou da marginalidade.
Fora marginalizado, em si, quando não centralizado, ou porque não mantivera a margem destra.
Mas seu coração de poeta, ás vezes arrasta para o amor comunitário, onde fora desertado de toda compreensão que o abrange, ao se colocar num ponto qualquer, num lugar qualquer,num vivente qualquer.
E é de praxe, o poeta fingir dor, simplesmente vivenciando uma dor, que não lhe pertencera, que não lhe condiz.
E pelos caminhos machucados, todas as feridas clamam por uma ode apenas, por uma resolução, por um embate silencioso e desconhecido naturalmente.
Falara então, de um amor retrógrado, fora de moda, fora de tempo.
Assim como a natureza, ás vezes ferida e sangrada, desertados nativos, tentam enviar suas últimas mensagens, porém no dia seguinte, tais mensagens foram olvidadas.
Então a poesia, certamente, fenecera junto dela, como um cão obediente e amoroso, que mesmo mediante lassidão, mantém-se ali fiel.
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Obrigada pelo carinho!
Izildinha