Eu custara
a digerir certas afirmações, enfim e por fim, um nunca mais ,
ecoou entre nós dois.
Andara
por trás das lentes, para que assim eu observasse,
sem
que ninguém percebesse, ou
perguntasse ,qual fora o motivo.
E na lentidão,
e
também na solidão dos dias, buscara por todos os lugares uma
presença, fora quando te encontrara, e te doara um lustro impecável, nem sequer,tu com ele
sonhara.
O
tocante silêncio, chegara para me tocar eternamente, embora pela porta que saíra
o anjo, entrara
alguém,
para
que tudo não
perecesse antes da hora.
Então,eu
voltara a notar,
como
eram
lindas as
estrelas,
pois a tal beleza estivera em meu olhar também, como
as lindas
estradas,
que me levaram
ao
sonho ,ao
qual, sempre me fora permitido realizar.
Contudo
eu
tivera, umas
certas imposições,
que
me vem de muito longe, talvez houvera começado,
em
minha etapa pueril.
Portanto,
meu coração inócuo, sempre fora incapaz de assoalhar “meias atitudes”
semelhantes as tais que veiculam por aí,tão solitárias e ocas ,enleando a
felicidade com prazer.
E
quanto mais inculto o ser, a necessidade, o vício são seus condutores, quando
defendem qualquer monografia, ou pudera a este inferir uma alcunha bem mais
epicena, assim eu me vendera, porém a todo custo tentara o resgate.
A
mendicância bane a essência...
Mesmo
que seja, na ausência da crença, um ser carece, pelo menos em nome dos
familiares, deixar seu livro escrito, nos rumores que vão ficar.
E no
que tange a verdade, que todo débito seja pago aqui mesmo,
melhor enfrentar as falácias, e assim,
poder entrar na vida verdadeira, com as contas em dia.
E aos
que não creem, vale lembrar, que mesmo não pertencendo ao Senhor da verdade, a
vida continua entre plantações e colheitas.
Quando
encaixara com a paz comigo mesma, a felicidade se torna quase alguém me dizendo
as palavras mais criativas e um sentimento de bem estar, corpo e essência,
tomando conta de todo meu ser.
Jamais
valera a pena, ter alguém na vida que me fora motivo de iniquidade, por mais
que haja promessas, ou exigências,eu sempre procurara me recuperar com a paz, quando houvera exigências epicenas,
sempre sentira me afastando da benevolência, da paz, da felicidade.
Confundira
amor com amor, porém o verdadeiro é conivente com a lisura, com a cortesia, com
o respeito e com o que é certo.
Enquanto
que a excentricidade, confabula com o desrespeito , com a alma mendiga,
atraindo assim, essa mendicância á vida.
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Obrigada pelo carinho!
Izildinha