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sexta-feira, 27 de março de 2020

MENDICÂNCIA_DO LIVRO VERSOS BRANCOS PROSA E CONTOS

Eu custara a digerir certas afirmações, enfim e por fim, um nunca mais , ecoou entre nós dois.
Andara por trás das lentes, para que assim eu observasse,  sem que ninguém percebesse, ou perguntasse ,qual fora o motivo.
E na lentidão, e também na solidão dos dias, buscara por todos os lugares uma presença, fora quando te encontrara, e te doara um lustro impecável, nem sequer,tu  com ele sonhara.
O tocante silêncio, chegara para me tocar eternamente, embora pela porta que saíra o anjo, entrara alguém, para que tudo não perecesse antes da hora.
Então,eu voltara a notar, como eram lindas as estrelas, pois a tal beleza estivera em meu olhar também, como as lindas estradas, que me levaram ao sonho ,ao qual, sempre me fora permitido realizar.
Contudo eu tivera, umas certas imposições, que me vem de muito longe, talvez houvera começado, em minha etapa pueril.
Portanto, meu coração inócuo, sempre fora incapaz de assoalhar “meias atitudes” semelhantes as tais que veiculam por aí,tão solitárias e ocas ,enleando a felicidade com prazer.
E quanto mais inculto o ser, a necessidade, o vício são seus condutores, quando defendem qualquer monografia, ou pudera a este inferir uma alcunha bem mais epicena, assim eu me vendera, porém a todo custo tentara o resgate.
A mendicância bane a essência...
Mesmo que seja, na ausência da crença, um ser carece, pelo menos em nome dos familiares, deixar seu livro escrito, nos rumores que vão ficar.
E no que tange a verdade, que todo débito seja pago aqui mesmo, melhor enfrentar as falácias,  e assim, poder entrar na vida verdadeira, com as contas em dia.
E aos que não creem, vale lembrar, que mesmo não pertencendo ao Senhor da verdade, a vida continua entre plantações e colheitas.
Quando encaixara com a paz comigo mesma, a felicidade se torna quase alguém me dizendo as palavras mais criativas e um sentimento de bem estar, corpo e essência, tomando conta de todo meu ser.
Jamais valera a pena, ter alguém na vida que me fora motivo de iniquidade, por mais que haja promessas, ou exigências,eu sempre procurara me recuperar com  a paz, quando houvera exigências epicenas, sempre sentira me afastando da benevolência, da paz, da felicidade.
Confundira amor com amor, porém o verdadeiro é conivente com a lisura, com a cortesia, com o respeito e com o que é certo.
Enquanto que a excentricidade, confabula com o desrespeito , com a alma mendiga, atraindo assim, essa mendicância á vida.

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Izildinha