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quinta-feira, 11 de julho de 2019

VASSALAGEM_PROSA POÉTICA DO LIVRO INTERNALIZANDO

Sentira o meu coração, passeando entre uma saudade e outra, quando este desenvolvera um modus operandi,para cada novidade trazida pelo vento.
 Recuara quando fora saudade do obsoleto, e te buscara, quando esta representada, por uma missiva lacrimante.
Fora meu coração, quem autorizara esses poréns,por ser tão constante hoje, ao amor que nos unira outrora.
Deitávamos, nossas palavras ao vento zunindo, pelas cercanias, pelos lugarejos baldios e mal acabados, onde residíamos antes do amor.
Uma casta solidão, fizera de mim, um ser quase exaurido, um ser quase transparente,porém,tua mão me tocara, num sonho, num sábado, num dia especial.
Fique comigo!
Eu te amo!
Dissera tu sem pestanejar, e meu coração numa disritmia sentira as extras sístoles me balançarem.
Então me dissera de antemão, meu coração:
Ficas tu sim!
Eu arranjo melhor lugar!
Sem que tivesse tempo, a razão fora ágil e sensata, travando uma guerra contra o coração:
Onde encontrarás lugar?
Tu vives apinhado de amor!
Porém, o meu coração, já houvera te colocado, num lugar especial.
Aos poucos fora sentindo, todos os sonhos voltarem, e em minha anatomia, um leve caricato, um verdadeiro caricato, uma jovialidade exuberante.
Surpresa, eu  jamais entendera, porém, eu houvera pedido em minhas alocuções, pois ambicionava-me regressando, com toda inteireza.
Sentira o sangue pulsar levemente,porém,docemente,quando teus vocábulos me atingiram, raiando num dialeto, notadamente improvisado para o amor.
Fora simplesmente arremessada na chuva, sem abranger, quando me recusara, quase que, em todas as minhas asseverações.
E nossos dias escoaram lentos, mediante enxurradas, entupimentos e também, nas manhãs de sol, que voltaram nos brindar como emoção.
Essa emoção que atravessara a vida de qualquer pessoa, que arrancara palavras escolhidas, que recolhera os cacos da solidão, e os atirara aos verdugos, para que jamais nos amofine.
E uma vida nova nascera, como broto verdinho, entre as pedras colocadas, sobre nossas sementes plantadas.
Tu és para sempre, um encanto novo, porém tão antigo anseio, que viera aos poucos, se materializando.
Uma brisa feita de companhia ,de verdade e também, uma pitada de submissão, pois ao meu amor congregara para sempre, uma doce vassalagem amorosa.

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Izildinha