Quanto
tempo inútil eu passara, tentando buscar a perfeição, dias sim, dias não,
estivera aborrecida, por me perder em meus limites.
Recomeçara
novamente com o intento, e também até ousadia de buscar a tal perfeição, então
percebera que a perfeição, talvez até pudera agradar algumas pessoas, mas
desagradara a mim, profundamente.
A
perfeição costuma embolar algumas mentiras em seu meio,portanto,tanto me
constrangera, mas aos poucos, fora entendendo com o tempo, que é o melhor livro
para doutrinar, que minha sinceridade poderia trazer-me alguns aborrecimentos
corriqueiros, porém não tão profundos como a mentira da perfeição.
E
quando usara da sinceridade, sempre me sentira leve, enquanto, mesmo uma
inofensiva mentira, nos torna desta reféns ,nos aniquila e exige eterna
vigilância, sem contar que esta, em pequena ou grande escala, denigre nosso
caráter.
Sentira
eu,que precisara optar entre a sinceridade, ou a perfeição, obviamente, que
preferi a atrocidade da sinceridade, á aleivosia da perfeição.
Eu
vivera tentando ser branda e ao mesmo tempo sincera, principalmente comigo
mesma, mas ás vezes ,meus limites me espremeram tanto, que eu ficara sufocada,
e simplesmente perdera o controle, por alguns minutos, porém, a sinceridade, me abrira uma larga porta pedindo, para que eu me colocasse, no lugar de outrem.
Então, experimentara o chamado peso de consciência, a mesma consciência que me une a Deus e aos demais seres existentes, para quem for mais convicto em sua fé, "a alma."
Então, experimentara o chamado peso de consciência, a mesma consciência que me une a Deus e aos demais seres existentes, para quem for mais convicto em sua fé, "a alma."
O
peso de consciência, de maneira sadia, sem abusos, quando houvera invasão á
integridade de outrem, implicara na voz de Deus, que me chamara de volta.
Então,
abrira as portas do coração, mediante pedido de anistia, ficara esperando
esta adentrar, quando houvera recusa, se o pedido de perdão, fora sincero,
pudera eu, aliviar a consciência.
Entendo
que eu nascera para ser feliz, embora vivera errando e me perdera nestes, ás vezes.
Porém, a partir do momento, que eu passara
a entender, que sou
literalmente imperfeita, por isso vivera, flexionando acertos, e evitando
erros, mesmo assim, os meus limites, ás vezes tão estreitos, então alargá-los
também, requer uma arte ,a arte da paciência.
A
paciência, sempre me permitira viver em paz, e quando a ela recorrera, num
momento de aflição, jamais me arrependera, sempre sou grata.
A
vida, uma grande escola, onde a aprendizagem só terminará, quando meu corpo
fenecer, e minha consciência, estender sua jornada para outra dimensão.
É
nesse momento, em que meu corpo, nada poderá realizar mais, por mim, quando
eu esgotara já, todas as oportunidades.
Portanto,
o peso de consciência saudável, é o chamado de Deus.
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Obrigada pelo carinho!
Izildinha