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sábado, 13 de julho de 2019

PESO DE CONSCIÊNCIA SAUDÁVEL_PROSA DO LIVRO INTERNALIZANDO

Quanto tempo inútil eu passara, tentando buscar a perfeição, dias sim, dias não, estivera aborrecida, por me perder em meus limites.
Recomeçara novamente com o intento, e também até ousadia de buscar a tal perfeição, então percebera que a perfeição, talvez até pudera agradar algumas pessoas, mas desagradara a mim, profundamente.
A perfeição costuma embolar algumas mentiras em seu meio,portanto,tanto me constrangera, mas aos poucos, fora entendendo com o tempo, que é o melhor livro para doutrinar, que minha sinceridade poderia trazer-me alguns aborrecimentos corriqueiros, porém não tão profundos como a mentira da perfeição.
E quando usara da sinceridade, sempre me sentira leve, enquanto, mesmo uma inofensiva mentira, nos torna desta reféns ,nos aniquila e exige eterna vigilância, sem contar que esta, em pequena ou grande escala, denigre nosso caráter.
Sentira eu,que precisara optar entre a sinceridade, ou a perfeição, obviamente, que preferi a atrocidade da sinceridade, á aleivosia da perfeição.
Eu vivera tentando ser branda e ao mesmo tempo sincera, principalmente comigo mesma, mas ás vezes ,meus limites me espremeram tanto, que eu ficara sufocada, e simplesmente perdera o controle, por alguns minutos, porém, a sinceridade, me abrira uma larga porta pedindo, para que eu me colocasse, no lugar de outrem.
Então, experimentara o chamado peso de consciência, a mesma consciência que me une a Deus e aos demais seres existentes, para quem for mais convicto em sua fé, "a alma."
O peso de consciência, de maneira sadia, sem abusos, quando houvera invasão á integridade de outrem, implicara na voz de Deus, que me chamara de volta.
Então, abrira as portas do coração, mediante pedido de anistia, ficara esperando esta adentrar, quando houvera recusa, se o pedido de perdão, fora sincero, pudera eu, aliviar a consciência.
Entendo que eu nascera para ser feliz, embora vivera errando e me perdera nestes, ás vezes.
 Porém, a partir do momento, que eu passara a entender, que sou literalmente imperfeita, por isso vivera, flexionando acertos, e evitando erros, mesmo assim, os meus limites, ás vezes tão estreitos, então alargá-los também, requer uma arte ,a arte da paciência.
A paciência, sempre me permitira viver em paz, e quando a ela recorrera, num momento de aflição, jamais me arrependera, sempre sou grata.
A vida, uma grande escola, onde a aprendizagem só terminará, quando meu corpo fenecer, e minha consciência, estender sua jornada para outra dimensão.
É nesse momento, em que meu corpo, nada poderá realizar mais, por mim, quando eu esgotara já, todas as oportunidades.
Portanto, o peso de consciência saudável, é o chamado de Deus.

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Izildinha