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segunda-feira, 24 de junho de 2019

GRATIDÃO_PROSA DO LIVRO INTERNALIZANDO

O domingo se estendera por todos os lados, com sorrisos do sol, colocando entre as pessoas um clima mais ameno, onde estas animadamente conversaram nos supermercados, nas padarias e também nas esquinas baldias do bairro.
Todos os sorrisos domingueiros estavam expostos, a um preço bem accessível, quando todos puderam adquirir, e numa consciência única, o domingo sorrira para todos.
O mau humor dos carros, fora eliminado pelo passeio ciclístico, pelas pessoas caminhando tranquilamente sem pressa alguma.
Na praça, as barracas ostentando trabalhos artísticos em suas peças de roupa, a doçura do mel puro, os quitutes preparados com carinho e também a maravilhosa tapioca.
Como uma sinfonia uníssona o dia deslizara lentamente, assim como fora uma multidão domingueira, expressadas de fato, o quanto a vida passeia leve nesse dia.
O sol dando lustro nas paredes, nas calçadas, nas vidraças e vitrines, tornara-se incrivelmente animador.
O teu coração me visitara, mesmo sem perceberes, quando inusitado sorriso, nascera juntamente com o dia.
Eu sentira que precisaria deixar muita coisa para trás, pois notara o quanto a fotografia de palavras fizera falta por um longo tempo.
A saudade do que passou verídico e tranquilo entre meus sonhos,habitaria bem á vontade minha existência.
Todos os domingos, todas as tardes, mesmo as mais carregadas de invernia, estamparam em minha memória uma nuance de paz, carregada pelo intento da sinceridade.
Quando um rosto conhecido e verdadeiro, deparado dentre essa engrenagem original e prazerosa tocara o coração, sempre um largo sorriso, um forte abraço sela esse fato.
As azaleias em silêncio, meio recolhidas pelo frio, puderam visitar o domingo, vestidas de cores fortes, purificadas pelo vento clássico.
Tua lembrança soara como uma veridicidade, teu contato estivera nessa percepção domingueira e feliz.
O mesmo restaurante ingênuo e higienizado, pairara na lembrança nossa presença, nossos diálogos fecundos e arguciosos.
Sempre soubera, que jamais te amara pelo prazer que pudera me proporcionar, mas sim, pelo amor, que colocara dentro de meu coração, com gestos simples e inesquecíveis.
Os bombons gelados, quando os escondera de mim, para  eu os visse só depois...
Vivêramos comumente, uma doce rotina em meu coração, quando mal soubéramos que a invídia nos encalçara constantemente.
Os meus dias serão sempre domingueiros, quando a saudade for maior do que a esperança, que doravante visita meu coração, a jovialidade que permeia cada momento do tempo, revestida pela sabedoria, que me fora doutrinada, pelos momentos difíceis, pois que estes, certamente nos revestem, com toda gratidão do mundo.

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Obrigada pelo carinho!
Izildinha