O domingo se estendera por todos os lados,
com sorrisos do sol, colocando entre as pessoas um clima mais ameno, onde estas
animadamente conversaram nos supermercados, nas padarias e também nas esquinas
baldias do bairro.
Todos
os sorrisos domingueiros estavam expostos,
a um preço bem accessível, quando todos
puderam adquirir, e numa consciência única,
o domingo sorrira para todos.
O mau
humor dos carros, fora eliminado pelo passeio
ciclístico, pelas pessoas caminhando tranquilamente sem pressa alguma.
Na
praça, as barracas ostentando trabalhos artísticos em suas peças de roupa, a
doçura do mel puro, os quitutes preparados com carinho e também a maravilhosa
tapioca.
Como
uma sinfonia uníssona o dia deslizara lentamente, assim como fora uma multidão
domingueira, expressadas de fato, o quanto a vida passeia leve nesse dia.
O sol
dando lustro nas paredes, nas calçadas, nas vidraças e vitrines, tornara-se
incrivelmente animador.
O teu
coração me visitara, mesmo sem perceberes, quando inusitado sorriso, nascera
juntamente com o dia.
Eu
sentira que precisaria deixar muita coisa para trás, pois notara o quanto a
fotografia de palavras fizera falta por um longo tempo.
A
saudade do que passou verídico e tranquilo entre meus sonhos,habitaria bem á vontade minha existência.
Todos
os domingos, todas as tardes, mesmo as mais carregadas de invernia, estamparam
em minha memória uma nuance de paz, carregada pelo intento da sinceridade.
Quando
um rosto conhecido e verdadeiro, deparado dentre essa engrenagem original e
prazerosa tocara o coração, sempre um largo sorriso, um forte abraço sela esse
fato.
As
azaleias em silêncio, meio recolhidas pelo frio, puderam visitar o domingo,
vestidas de cores fortes, purificadas pelo vento clássico.
Tua
lembrança soara como uma veridicidade, teu contato estivera nessa percepção
domingueira e feliz.
O
mesmo restaurante ingênuo e higienizado, pairara na lembrança nossa presença,
nossos diálogos fecundos e arguciosos.
Sempre
soubera, que jamais te amara pelo prazer que pudera me proporcionar, mas sim,
pelo amor, que colocara dentro de meu coração, com gestos simples e
inesquecíveis.
Os
bombons gelados, quando os escondera de mim, para eu os visse só depois...
Vivêramos comumente, uma doce rotina em meu coração, quando mal soubéramos que a invídia nos encalçara constantemente.
Vivêramos comumente, uma doce rotina em meu coração, quando mal soubéramos que a invídia nos encalçara constantemente.
Os
meus dias serão sempre domingueiros, quando a saudade for maior do que a
esperança, que doravante visita meu coração, a jovialidade que permeia cada
momento do tempo, revestida pela sabedoria, que me fora doutrinada, pelos
momentos difíceis, pois que estes, certamente nos revestem, com toda gratidão
do mundo.
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Obrigada pelo carinho!
Izildinha