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segunda-feira, 18 de março de 2019

O GRANDE_DO LIVRO_A CURA

Á medida que eu fora descobrindo algumas nuances guardadas dentre a consciência, conversando com a vida embasada no bem,meu coração começara também a sofrer menos e amar mais, pois amor, acima de tudo ama sem esperar recompensa.
 Pois ás vezes, recompensas nem sempre ajudam, a consciência precisa atingir por merecimento, uma plenitude inexplicável dentro das emanações mais puras e secretas existentes numa dimensão paralela á nossa.
Todas as triangulações, jamais vencerão essas vicissitudes, visto que atravessamos todos por um tempo determinado uma existência tão subliminar, quando comparada á consciência plena atingindo o seu estágio em outra dimensão.
Á medida que amamos com o coração limpo e desapegado, vamos nos aliviando dos fardos e certamente, atravessaremos a ponte com os pés firmes e a consciência leve.
A poesia sempre se prende á luzes, canções e ás vezes parecemos meros sonhadores, imaginando o inexistente, porém o mundo, jamais será esse compêndio, instaurador de aflições, que eternamente fintam ameaças aos
apoucados.
Juntamente com todos os medos invertidos ,paira uma coragem arrebatadora e infalível, nos levando a crer, sem sequer exigir uma certa certeza, contudo apenas crer com o coração e a essência também.
Assim fazendo amparar, a mais aguerrida certeza, de que pudera arrostar todos os desafios, sem sequer pestanejar na dúvida, quando a coragem mais concreta, e  ao mesmo tempo levíssima, como a vida  fluindo apenas no despertar da consciência.
Que baila no tempo, como um a temporada, que promete flores depois das ventanias entardecidas e melancólicas, que vão arrastando esperanças ressequidas, para que estas estando desconstruídas, se ,juntem a todos os átomos de um novo amanhecer.
As tardes, nos darão passagem para a noite, que vem desertada, ás vezes, porém sempre cintila uma opaca estrela no firmamento.
E quando as estrelas empalidecem, mostram uma beleza diferente, porém estrangeira ,dentro de uma simetria quase perfeita, mas nem ás estrelas é permitido esse feitio único.
O brilho lustro, jamais é condizente com o tempo inteiro, assim como nós, em sintonia com o Universo que caminha ao nosso lado, podemos e somos passíveis de sentir as sensações de declínio, ou ascensão, em conivência com as mudanças ocorridas, dentro de tal provedor.
A poesia, sempre encontra seus artifícios dentro da imperfeição, dentro do mutante tão fenecedor,caso contrário teríamos um único parâmetro, para nos narcotizar eternamente até, mesmo a vida tendo seu ambiente, o mais  acanhado possível.
A cura da alma provém do tempo, do conhecimento e também do auto amor, quando nos escoramos apenas em gratidão a tudo que temos ou somos, sem o olhar comparativo rodeando as cercanias.
Sentir em cada entristecimento, um novo ponto de prometida ascensão, quando são estes nutrientes que movimentam a nossa vida, calçando os nossos pés, segurando as nossas mãos para que tracemos os mais delicados esboços de contentamento e alegria, mediante a simplicidade de simplesmente poder discernir, uma paz ao nosso redor.
Porém, jamais podemos deixar de sentir a dor alheia, ou simplesmente fecharmos os olhos, para os pequenos seres que nos representam, mediante ao mundo, mediante à vida e mediante Deus.
Jamais, vivermos separados da consciência única, que nos unirá quando nossa consciência livre e destemida, colocar nossa constituição para descansar, numa fertilização necessária para a qual todos estamos aptos.
Tocados pelo temor, preferimos sempre nos ausentarmos dessa concepção.
Eu Julieta, durante muito tempo em minha vida, preferira esquecer, visto que quando criança, sofrera muito em silêncio, sem entender esse verídico fato.
Porém, à medida que entardecemos, vamos buscando um novo refúgio para o deserto que nos aflige, quando ainda ignoramos a existência de uma Consciência Única,esta que nos vela e cuida, desde o princípio, até o próximo princípio.
Conversando com João, colocamos nossos entendimentos, dentro de nossos caminhos mais seguros de nós mesmos, de nunca faltarmos conosco, e estarmos sempre presentes, mesmo quando a consciência resolve deixar a constituição de lado ,visitando outras paragens.
Ficamos aborrecidos, quando um desconforto não nos permite resgatar, mas logo adiante somos medrados pelas doutrinações trazidas pela essência que nos deixara temporariamente.
Tudo volta de maneira espetacular, nos pondo em sintonia com o “Grande” e sua paz.


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Izildinha