Á
medida que eu fora descobrindo algumas nuances guardadas dentre a consciência,
conversando com a vida embasada no bem,meu coração começara também a sofrer
menos e amar mais, pois amor, acima de tudo ama sem esperar
recompensa.
Pois ás vezes, recompensas nem sempre ajudam, a consciência precisa atingir por merecimento, uma plenitude inexplicável dentro das emanações mais puras e secretas existentes numa dimensão paralela á nossa.
Todas as triangulações, jamais vencerão essas vicissitudes, visto que atravessamos todos por um tempo determinado uma existência tão subliminar, quando comparada á consciência plena atingindo o seu estágio em outra dimensão.
Á medida que amamos com o coração limpo e desapegado, vamos nos aliviando dos fardos e certamente, atravessaremos a ponte com os pés firmes e a consciência leve.
A poesia sempre se prende á luzes, canções e ás vezes parecemos meros sonhadores, imaginando o inexistente, porém o mundo, jamais será esse compêndio, instaurador de aflições, que eternamente fintam ameaças aos apoucados.
Juntamente com todos os medos invertidos ,paira uma coragem arrebatadora e infalível, nos levando a crer, sem sequer exigir uma certa certeza, contudo apenas crer com o coração e a essência também.
Pois ás vezes, recompensas nem sempre ajudam, a consciência precisa atingir por merecimento, uma plenitude inexplicável dentro das emanações mais puras e secretas existentes numa dimensão paralela á nossa.
Todas as triangulações, jamais vencerão essas vicissitudes, visto que atravessamos todos por um tempo determinado uma existência tão subliminar, quando comparada á consciência plena atingindo o seu estágio em outra dimensão.
Á medida que amamos com o coração limpo e desapegado, vamos nos aliviando dos fardos e certamente, atravessaremos a ponte com os pés firmes e a consciência leve.
A poesia sempre se prende á luzes, canções e ás vezes parecemos meros sonhadores, imaginando o inexistente, porém o mundo, jamais será esse compêndio, instaurador de aflições, que eternamente fintam ameaças aos apoucados.
Juntamente com todos os medos invertidos ,paira uma coragem arrebatadora e infalível, nos levando a crer, sem sequer exigir uma certa certeza, contudo apenas crer com o coração e a essência também.
Assim
fazendo amparar, a mais aguerrida certeza, de que pudera arrostar todos os
desafios, sem sequer pestanejar na dúvida, quando a coragem mais concreta,
e ao mesmo tempo levíssima, como a vida fluindo apenas no
despertar da consciência.
Que
baila no tempo, como um a temporada, que promete flores depois das ventanias
entardecidas e melancólicas, que vão arrastando esperanças ressequidas, para
que estas estando desconstruídas, se ,juntem a todos os átomos de um novo
amanhecer.
As
tardes, nos darão passagem para a noite, que vem desertada, ás vezes, porém
sempre cintila uma opaca estrela no firmamento.
E
quando as estrelas empalidecem, mostram uma beleza diferente, porém estrangeira
,dentro de uma simetria quase perfeita, mas nem ás estrelas é permitido esse
feitio único.
O
brilho lustro, jamais é condizente com o tempo inteiro, assim como nós, em
sintonia com o Universo que caminha ao nosso lado, podemos e somos passíveis de
sentir as sensações de declínio, ou ascensão, em conivência com as mudanças
ocorridas, dentro de tal provedor.
A
poesia, sempre encontra seus artifícios dentro da imperfeição, dentro do
mutante tão fenecedor,caso contrário teríamos um único parâmetro,
para nos narcotizar eternamente até, mesmo a vida tendo seu ambiente, o
mais acanhado possível.
A
cura da alma provém do tempo, do conhecimento e também do auto amor, quando nos
escoramos apenas em gratidão a tudo que temos ou somos, sem o olhar comparativo
rodeando as cercanias.
Sentir
em cada entristecimento, um novo ponto de prometida ascensão, quando são estes
nutrientes que movimentam a nossa vida, calçando os nossos pés, segurando as
nossas mãos para que tracemos os mais delicados esboços de contentamento e
alegria, mediante a simplicidade de simplesmente poder discernir, uma paz ao
nosso redor.
Porém,
jamais podemos deixar de sentir a dor alheia, ou simplesmente fecharmos os
olhos, para os pequenos seres que nos representam, mediante ao mundo, mediante
à vida e mediante Deus.
Jamais, vivermos separados da consciência única, que nos unirá quando nossa consciência
livre e destemida, colocar nossa constituição para descansar, numa fertilização
necessária para a qual todos estamos aptos.
Tocados
pelo temor, preferimos sempre nos ausentarmos dessa concepção.
Eu
Julieta, durante muito tempo em minha vida, preferira esquecer, visto que
quando criança, sofrera muito em silêncio, sem entender esse verídico fato.
Porém,
à medida que entardecemos, vamos buscando um novo refúgio para o deserto que
nos aflige, quando ainda ignoramos a existência de uma Consciência Única,esta
que nos vela e cuida, desde o princípio, até o próximo princípio.
Conversando
com João, colocamos nossos entendimentos, dentro de nossos caminhos mais
seguros de nós mesmos, de nunca faltarmos conosco, e estarmos sempre presentes,
mesmo quando a consciência resolve deixar a constituição de lado ,visitando
outras paragens.
Ficamos
aborrecidos, quando um desconforto não nos permite resgatar, mas logo adiante
somos medrados pelas doutrinações trazidas pela essência que nos deixara
temporariamente.
Tudo
volta de maneira espetacular, nos pondo em sintonia com o “Grande” e sua paz.
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Obrigada pelo carinho!
Izildinha