Minha
vida, depois dos doze anos, após conhecer João, tomara um rumo diferente, onde
eu estancara meus medos, minhas solidões infantis e partira para um lado onde
nascia um clarificado sol, com toda claridade do mundo edificando conhecimento em mim,embora muito jovem, mas começara
a enxergar a vida e seu cotidiano tão profundamente.
Lera livros indicados por João, que me informaram assim também, ele buscara
entender melhor seu lado um pouco obscuro da vida, com leituras, e boas
informações.
Descobrimos que advínhamos de uma infância abandonada, e bastante solitária,
porém tínhamos como a cura, muito amor próprio e libertação
total.
Pois,muitas vezes,o menos abandonado também é aquele que cresce no ressinto de um lar,sem sequer ser percebido.
Pois,muitas vezes,o menos abandonado também é aquele que cresce no ressinto de um lar,sem sequer ser percebido.
Jamais trocarmos os traumas e medos por outros ressentimentos, a cura total,
literalmente, para uma pessoa ligada a empatia, significa a liberdade de ter um
coração que ama e uma alma leve.
Estávamos muito felizes, com a nossa pequena loja de peças
recicláveis, ali mesmo customizávamos as peças e vendíamos.
A criatividade é interessante, porque a partir do momento em que se começa criar, uma coisa puxa a outra, e repentinamente surgiam tantas ideias.
A criatividade é interessante, porque a partir do momento em que se começa criar, uma coisa puxa a outra, e repentinamente surgiam tantas ideias.
O dinheiro arrecadado com as vendas, era dividido entre nossas famílias, ás vezes ficávamos empolgados e trabalhávamos á noite
também.
Mesmo que trabalhássemos muito, estávamos sempre atentos ao ao amor, que nos unia, e
pensávamos logo, em nos casarmos,e termos nossa vida.
Gostávamos daquela rua tranquila, cheia de árvores, e também de
passarinhos.
Haviam uns catadores, que nos vendiam peças á serem recicladas, eram nossos
amigos, pessoas leais, e muitas coisas, sobre educação financeira, fomos
compartilhando com eles.
Falávamos também sobre a felicidade em família, pois muitas vezes pensamos, que para as pessoas, que estão aquém das condições básicas de vida, só lhes falta dinheiro, portanto eles também convivem com seus medos, suas inseguranças, suas carências, embora eles também, sempre tivessem muita coisa para nos ensinar.
Falávamos também sobre a felicidade em família, pois muitas vezes pensamos, que para as pessoas, que estão aquém das condições básicas de vida, só lhes falta dinheiro, portanto eles também convivem com seus medos, suas inseguranças, suas carências, embora eles também, sempre tivessem muita coisa para nos ensinar.
Fôramos sempre ouvindo suas histórias, seus sofrimentos e também suas
alegrias.
Percebêramos, que se tratavam de pessoas mais corajosas e fortes, que nós, pois a
vida, havia lhes ensinado muito mais, e por outro lado também
fortalecido.
Fora um tempo importante para nós dois, que além de estarmos abrindo um caminho
á nossa sobrevivência, caminhávamos ao lado deles.
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Obrigada pelo carinho!
Izildinha