Celina
entrara em um túnel nebuloso e branco, vendo no seu final uma luz muito clara.
Depois
ela começa a caminhar num jardim cheio de flores e neblinas, ela sente que há
muitas pessoas conhecidas por perto.
Celina
experimenta uma paz, da qual nunca houvera experimentado, a sensação de
fraqueza e cansaço desaparecera, e ela se sente renovada.
Como
ela houvera se cansado, com as viagens e os desfiles, alguém lhe indica uma
cama branca, em um quarto branco e claro, onde ela empurra a porta, tudo era
espetacularmente maravilhoso, ela sentia muita paz naquele lugar, e também
muito sono.
Aparece
em sua frente, uma pessoa com uma vestimenta toda branca, e com cuidado, a
coloca na cama para descansar.
A
pessoa lhe diz, para ficar bem calma, e não ter pressa, pois ela precisava
recobrar as forças, para poder seguir.
Então
Celina dormia tranquila, enquanto sonhava com uma legião de anjos louvando a
Jesus, num cântico sem palavras onde as vozes substituíam os instrumentos
musicais.
Ela
nunca ouvira música mais linda.
Aquela
pessoa que a colocara na cama, colocara um alvo lençol sobre o corpo de Celina.
Em
sonho, Celina via uma luz muito forte surgindo de um horizonte bem distante, e
ao mesmo tempo parecendo estar bem perto de onde ela estava descansando.
Quando
amanhecia ela ouvia o sussurro do vento tocando a mesma melodia entoada pela
legião de anjos.
A
relva toda salpicada de coloridas flores, balançava ao som da música e sob o
toque do vento.
Em
pensamento ela ouvia a voz de Deus abençoando e bendizendo suas criaturas.
Ela
nunca houvera desfrutado de tais delícias, pois sentia vontade apenas de se
manter dormindo e sonhando com aquelas maravilhas.
Uma
voz lhe dizia em pensamento, que o bem imperara naquele lugar.
Depois
ela vira Jesus, um jovem de aproximadamente um metro e oitenta de altura,
cabelos e barbas castanhos, e de suas vestimentas brancas saiam faíscas de
luzes.
A
presença de Jesus a envolvera de maneira deliciosa e pacífica, pois ela jamais
sentira amor tamanho.
Quando
a pessoa de branco aparecera para cuidar de Celina, ela lhe pedira para ficar
sempre naquele lugar, talvez nem conseguiria mais viver em outro.
A
pessoa lhe dissera em pensamento que sua passagem era apenas temporária, pois
seu tempo ainda não se cumprira, e que ela depois precisaria voltar.
A
pessoa de branco também lhe dissera, que precisava mostrar outros lugares,
depois que ela se restabelecesse.
Celina
parecera viver um século naquele lugar magnífico sonhando continuamente com o
coro de anjos, executando melodias em louvor a Deus.
O
lugar era encantador, e semelhante ao paraíso.
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Obrigada pelo carinho!
Izildinha