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domingo, 13 de janeiro de 2019

CARACAS[DO LIVRO-SÓ EU TE AMO]

Visitamos a  cidade de Caracas, que  fora fundada em mil quinhentos e sessenta e sete, com o nome de Santiago de León de Caracas, pelo explorador espanhol Diego de Lousada
Caracas foi a terra natal de duas proeminentes figuras históricas da América Latina: Francisco de Miranda
 "El Libertador" Simón Bolívar.
Em 26 de março de mil oitocentos e doze, Caracas foi destruída por um terremoto, que as autoridades locais julgaram como uma punição divina pela desobediência dos nativos à coroa espanhola.
Venezuela se encontrava em plena guerra de independência. Simón Bolívar, ao saber de tal despautério, respondeu com a famosa frase: "Se a natureza se opõe (à independência), lutaremos contra ela e faremos que nos obedeça".
Ao longo do século XX, Caracas se tornou um dos centros financeiros da América do Sul, devido principalmente ao desenvolvimento gerado pelas altas divisas do petróleo.
Agora aposentados, viajamos bastante.
Sempre fora grata ao clínico João que se desdobrara pela saúde de Cláudio.
Ele sempre dissera que vira em mim a continuidade da amizade de Cláudio, porém não clinicara mais.
Talvez fosse esse o motivo de ficar triste e até meio deprimido.
Chegando dia finados, vamos visitar o túmulo de Cláudio, para João ,simplesmente o melhor amigo, e para mim,o grande amor de minha vida.
Nos entendemos perfeitamente,  porque entendemos ,que a palavra amor ,se estendera em nós, ao amor amigo.
João tivera um  serviço social, que nunca abandonara, que fora visitar uma clínica de pessoas carentes, uma vez por semana.
Eu sempre fora com ele, doando alguns de meus quadros que iam a leilão.
Eu juntamente com João, ainda permanecemos cumprindo nosso legado, enquanto Cláudio, simplesmente se fora.
Uma forte rajada de saudade, eternamente nos toca!
Quando o sol da manhã ,tateando com raios, meus dias, e eu colecionando apenas, um dia a mais de saudade.
A vida me permitira encontrar Cláudio numa linda tarde
mas, agora simplesmente, postado em mim, um coração triste.
Entardeço como  o sol poente, morrendo de saudade, em um horizonte, sem contemplar a imagem de meu amor.
Amor este, que Deus me cedera,  por um bom tempo e me fizera muito feliz.
Porém o céu, sempre necessita buscar antes, seus anjos da Terra.
 Para nos reger e guiar, até o término de nossa caminhada.

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Izildinha