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sábado, 1 de dezembro de 2018

O AMOR [DO LIVRO_ AMOR SEM ROSTO]

Quando o tempo se esvai em nossa vida, percebemos o quanto seria importante uma adolescência, uma infância bem esclarecida.
Porém temos o externo e nos falta o interno.
 Garimpamos a felicidade, porém os dias oscilam, saindo da rotina nos aborrecendo.
Quando somos jovens, apesar da intensidade da juventude, somos mascarados pela ingenuidade também.
Toda proteção brusca e egoisticamente severa, faz com que, jamais criemos os anticorpos da segurança interna.
Então ao cairmos na idade adulta, temos uma sequência de vida inteira para aprendermos, ás duras penas.
Onde houver patológica proteção, prevalecerá um vácuo interno, um frio constante e cortante.
São as muralhas tentando nos segurar, em forma de ansiedade, fobias e uma série de sensações, que nos melindram tanto.
E camuflados na casca de noz, onde apenas nos veem, sem realmente nos enxergarem.
As vezes ainda incentivamos para que nos vejam assim.
Embora a vida escreva para nós em páginas diferentes, somos vistos e interpretados apenas na casca, sem que percebam ou avaliem o nosso interior.
A vida simplesmente oscila muito, e para mais ninguém, a não ser para nós e dentro de nós, quanto a casca quase nem nos pertence, apenas vai mascarando a visão que ostentamos.
Mas, quando nos deparamos conosco, tudo muda completamente.
O maior sentido da vida, e também o melhor, estão implícitos dentro de nossa essência, mas enquanto não descobrimos como nos encontrarmos, situamos uma busca exteriorizada.
Tentamos compreender outrem, quando ainda não nos compreendemos, porém a essência tem a resposta certa, quando tocada.
Um adolescente, ao se apaixonar, pode conhecer melhor a si do que o outro, podendo reconhecer mais doçura onde só colocara amargor e tristeza.
Assemelhando um  quebra cabeças faltando uma peça para ser interpretado, e ao se tornar doce com o mundo ao seu redor, logicamente terá como retorno a mansidão e a brandura da paz.
Quando abordamos o amor romântico, simplesmente, as controvérsias, os descréditos vêm á tona, desmistificando esse antigo conceito, porém provar dessa doçura, um privilégio espetacular.
A capacidade de amar, enobrece qualquer ser, sendo o mais ínfimo ou o mais admirável, um mesmo sentimento tornando todos semelhantes.
Enquanto o amor passeia ao nosso redor, visitando nosso cerne, certamente, a solidão, ou outro sentimento nocivo e intempestivo, jamais nos estimulará.
Apenas o amor, sendo brando e doce, desmantela muralhas, pondo em decomposição pedras, transformando estas, em pétalas de flores.
Portanto, esse sentimento ressaltado por Jesus Cristo, simplesmente fortalece e inspira.

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Obrigada pelo carinho!
Izildinha