Quando o
tempo se esvai em nossa vida, percebemos o quanto seria importante uma
adolescência, uma infância bem esclarecida.
Porém temos o externo e nos falta o interno.
Porém temos o externo e nos falta o interno.
Garimpamos a felicidade, porém os dias
oscilam, saindo da rotina nos aborrecendo.
Quando
somos jovens, apesar
da intensidade da juventude, somos mascarados pela ingenuidade também.
Toda proteção
brusca e egoisticamente severa, faz com que, jamais criemos os anticorpos da
segurança interna.
Então ao cairmos na idade adulta, temos uma sequência de vida inteira para aprendermos, ás duras penas.
Então ao cairmos na idade adulta, temos uma sequência de vida inteira para aprendermos, ás duras penas.
Onde
houver patológica proteção,
prevalecerá um vácuo interno, um frio constante e cortante.
São
as muralhas tentando nos segurar, em forma de ansiedade, fobias e uma série
de sensações, que
nos melindram tanto.
E
camuflados na casca de noz, onde
apenas nos veem, sem realmente nos enxergarem.
As
vezes ainda incentivamos para que
nos vejam assim.
Embora
a vida escreva para nós em páginas diferentes, somos vistos e interpretados
apenas na casca, sem que percebam ou avaliem o nosso interior.
A
vida simplesmente oscila muito, e
para mais ninguém, a não ser para nós e dentro de nós, quanto a casca quase nem
nos pertence, apenas vai mascarando a visão que ostentamos.
Mas,
quando nos deparamos conosco, tudo muda completamente.
O
maior sentido da vida, e também o melhor, estão implícitos dentro de nossa
essência, mas enquanto não descobrimos como nos encontrarmos, situamos uma
busca exteriorizada.
Tentamos
compreender outrem, quando ainda não nos compreendemos, porém a essência tem a
resposta certa, quando tocada.
Um
adolescente, ao se apaixonar, pode conhecer melhor a si do que o outro, podendo
reconhecer mais doçura onde só colocara amargor e tristeza.
Assemelhando
um quebra cabeças faltando uma peça para
ser interpretado, e ao se tornar doce com o mundo ao seu redor, logicamente
terá como retorno a mansidão e a brandura da paz.
Quando
abordamos o amor romântico, simplesmente, as controvérsias, os descréditos vêm
á tona, desmistificando esse antigo conceito, porém provar dessa doçura, um
privilégio espetacular.
A
capacidade de amar, enobrece qualquer ser, sendo o mais ínfimo ou o mais
admirável, um mesmo sentimento tornando todos semelhantes.
Enquanto
o amor passeia ao nosso redor, visitando nosso cerne, certamente, a solidão, ou
outro sentimento nocivo e intempestivo, jamais nos estimulará.
Apenas
o amor, sendo brando e doce, desmantela muralhas, pondo em decomposição pedras,
transformando estas, em pétalas de flores.
Portanto,
esse sentimento ressaltado por Jesus Cristo, simplesmente fortalece e inspira.
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Obrigada pelo carinho!
Izildinha