Diferentes
dias, novas sensações frutos de ações vividas e digeridas com prazer ou
desagrado, feito uma palavra doce, ou uma palavra cortante como fio de navalha
que vem de encontro com a veracidade do momento, quando bem quiséramos entender
não os outros, mas apenas o que nos afronta, mediante tanta interrogação, e tão
poucos rebates.
Ás
vezes uma satisfação que nos inunda tanto, a ponto de sentirmos que a vida é
uma dádiva inigualável transbordante de felicidade, noutras vezes, um fardo
pesado para arrastarmos..
A
fé, sempre uma esperança, de que o sonho vença o contragosto e a desesperança,
portanto a consternação demasiada, tranca todas as portas a priori, e nos
sentimos desviados de um caminho, com nossa luz opaca,sem sabermos de onde
origina tal opacidade.
Nosso
coração,fintando ser poeta calado, combalido e fechado
também, querendo encontrar uma saída para tal ensaio da extenuação.
Parece
que viramos suprimentos e fomos sugados para longe de nós, onde os ventos não
nos falam de poesias, não nos inspiram e não nos deixam em paz.
Contudo,
ainda a luz da compreensão cabe a nós encontrarmos, quando uma tempestade nos
aniquila e nos põe definitivamente prostrados conosco mesmos ,deixando-nos o
gosto amargo de sermos quem somos, com o comprometimento de jamais vacilarmos
sequer, conosco mesmos.
Então,sempre precisamos buscar aquela criança do
passado e pedir que ela nos ajude, pois ela sempre foi tão forte e resistente
em relação ao que somos agora.
Precisamos
olhá-la de frente e pedirmos que nos ajude, pois mesmo ela nos deixando tanta
coisa boa, ás vezes, a solidão, o abandono se apoderam de nós,principalmente quando nos encontramos diante de uma
multidão, ou de algumas pessoas, que com o intuito de amortizar toda
benignidade, que tentamos improvisar, com um zotismo descomunal esquecem que
temos impressionabilidade também.
Porém,
o tempo nos trará de volta, sãos e salvos, acreditamos sempre, pois a finitude
talvez seja bem mais complacente,mas enquanto a aguardamos, ambicionamos
viver em quietude.
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Obrigada pelo carinho!
Izildinha