Quem
já não teve um chefe ou uma chefa que colocava stop em tudo quanto é lugar, papéis gritantes colados por todos os lados.
Quem
também não olhou para tudo isso, e percebeu certa insegurança pairando dentre
todos os stops estampados dentro da empresa, ou qualquer outro local...
Porém,
quando o chefe ou a chefa apresenta atitudes, ideias colocando os problemas em
andamento á soluções, soa como uma esperança no fim do túnel.
Claro,
todos sabemos que as regras existem para serem cumpridas, desde que não haja invasões
pessoais, determinando o que as pessoas devem ser, ou não, dentro de seu mundo,sem fazer mal a ninguém.
Quando praticamente, só se nasce para ser o que é,sem que tenha pedido.
E até anos atrás se designava opções, quando ninguém opta por ser infeliz, e discriminado, quando essas diferenças implicavam e ainda implicam em sofrimento e até tortura.
Esquecendo que o mundo das Artes deve muito a essas diferenças..
Quando praticamente, só se nasce para ser o que é,sem que tenha pedido.
E até anos atrás se designava opções, quando ninguém opta por ser infeliz, e discriminado, quando essas diferenças implicavam e ainda implicam em sofrimento e até tortura.
Esquecendo que o mundo das Artes deve muito a essas diferenças..
Acreditamos
ainda, e todos nós queremos justiça justa, mas como afirmou Zygmunt Bauman, é
muito difícil quando tudo está tão misturado, na “modernidade líquida” onde verdade
,mentira,culpado,inocente, se fundiram.
Então
talvez mandar seja o pedido da hora, é muito mais fácil dizer que vai corrigir
os defeitos corriqueiros das pessoas, do que apresentar soluções para uma
infinidade de problemas graves, ou apresentar oportunidades e saídas para tantos
estanques.
É
mais fácil determinar o que pode ou não pode fazer, do que corrigir a violência
estampada todos os dias nos noticiários, ou abrirem frentes de trabalho,
trazendo os pobres e desamparados, para uma vida mais digna, dando
oportunidades para os negros.
Enfim,clarear
a justiça, sem usar o nome de Deus em vão, porque a corda ainda continua
arrebentando do lado mais fraco.
Também lembrando que quem vai administrar , estará sob a supervisão do povo, não para mandar.
Também lembrando que quem vai administrar , estará sob a supervisão do povo, não para mandar.
Tomara
que dentro disso tudo, quem lucre seja o Brasil, já tão defasado, esquartejado
e distribuído.
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Obrigada pelo carinho!
Izildinha