Ao
longo de nossa existência, sofremos muitas agruras, buscando a felicidade, e
tudo que nela está inserida, dando voltas imensas, percorrendo o mundo,
imaginando mil coisas, mil razões para descobri-la, e alcança-la diretamente,
com nossas mãos, imaginando que depois dessa conquista, tudo estará em harmonia,
e só assim angariaremos também a paz.
Quando
colocamos a nossa felicidade e capacidade de realizações nas mãos de outrem,
então, fica muito mais complexa a busca do tesouro, mesmo entendendo que
precisamos sim, da presença e das validações das outras pessoas, como nosso
norte, mas jamais de maneira compulsória, a ponto de esquecermos nosso mundo
interno, e ficarmos voltados e focados, numa imagem externa, que quase nem nos
pertence.
Portanto,
o verdadeiro encontro da vida se dá, quando voltamos para nos resgatarmos, de
onde fomos largados a esmo, ás vezes demora muito, todas as curvas e deslizes
são avaliados, e de novo colocados em compare, repensados, redistribuídos,
assim vamos nos redescobrindo, e nos desvendando, como garimpeiros, em busca de
um grande tesouro.
Essa
preciosidade concentra-se, tão perto e ao mesmo tempo, tão distante, dependendo
de nosso estado emocional, de nossa crença, que engloba os créditos que nos
atribuímos ou não.
Nas
mãos desse ser está nossa felicidade, nossa paz e harmonia...
Porém,
jamais poderemos desistir, destas preciosidades, que nos possibilitam viver a
vida de maneira a encontrarmos a paz verdadeira.
Nossas
absolvições devem ser dirigidas e acentuadas dentro de nossas verdades,
estagnadas esperando a nossa busca.
Aí
sim, podemos afirmar, que cremos num ser maior, com maior propriedade, quando
começamos de maneira humilde e exemplar, crendo na nossa simplicidade de ser,
apostando que podemos melhorar como pessoas, e sempre.
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Obrigada pelo carinho!
Izildinha