Conversara com minha filha Maria e meus bisnetos, e estes lastimaram estarem vivenciando um mundo cruel em relação ás pessoas próximas.
Talvez fora dessa proximidade que Jesus Cristo alegara, quando asseverara:
Ao “próximo” como a ti mesmo.
E com o advento de chats e redes sociais, aumentara também o embuste, criara para este, uma aparente zona de conforto, facilitando dois pontos opostos predominarem na maioria dos seres.
O ódio dissimulado, mantivera dois semblantes, um para o mundo interior e o outro para o mundo exterior.
Porém, sempre fora o mundo interior, que se exteriorizara, nestes criando fakes, porque julgara, que a pessoa atacada ignorara de onde vinha.
Pessoas querendo exibir sua felicidade, a custo da infelicidade do ataque, do ódio, e da destruição, quando na verdade, os átomos da felicidade, são fachos de luzes refletidos da felicidade do outro.
Uma inveja exaltada fizera uma população infeliz, mesmo cortando o mundo de ponta a ponta, mesmo possuindo grandes fortunas, estes não conseguem, jamais ser a outra pessoa, daí o desgosto e a frustração dos ataques.
A fidelidade no sentido exato da palavra, quando esta abrange amizade, parentesco ou mesmo conhecimento comum, fora trocada por um aleive descomunal.
São estes mesmos seres que se reúnem enchendo laudas e laudas, documentadas por um termo que designara um sentimento ,jamais vivenciado por tais.
Mas, durante desentendimentos, jogam suas desmoralizações nos ventiladores da vida, e predominam as sibiladas falácias sem que saibam.
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Obrigada pelo carinho!
Izildinha