Os grandes estilos,me expunham sensações estranhas, pois ainda não
acostumara, com novas palavras, novos modelos, que não aqueles, aos quais me
cativaram, desde o limiar tenro da existência.
Um silêncio mórbido acompanhando todos os
momentos, que então, foram formando minhas linhas de pensamentos, meus
definires, aos quais nem soubera direito, pertencerem aos discernimentos em
massa.
Eu jamais ousara imitar alguém, nesse
período tão meu, ao qual me guardara e aguardara em totalidades e evidências.
Por isso, as luzes sempre me convidaram, para uma
direção mais acolhedora, enquanto a penumbra desenrolara seu papel, sempre inusitado
também.
Em antigos compartimentos, eu buscara uma
tomada em forma de pera, tão antiga, quanto misteriosa, pois eu precisara
clarear alguma coisa, doravante dentro de minha existência.
Foram sonhos recorrentes, quando eu não
sentira nem alegria e nem tristeza, nem muita coragem, nem muito medo.
O tempo passara também conivente com a
recorrência destes sonhos, que quase nunca me estampara um final
Sempre gostara de sonhar, até mesmo
acordada, pois me vinham as mais lindas percepções, porém houveram outras as
quais eu descartara do sentimento, mas este insistira sentir sem querer.
Um outono qualquer, uma primavera mais
chamativa, um verão causticante e uma invernia secular, constituíam meus dias,
enquanto insistentemente,eu treinara a virtude da paciência, virtude esta tão
dificultosa para mim depois de adulta, porém, aquela menina deixara-me, um recado
sobre tal
Quando meus dias discorreram guiados por
um ser maior, fora sempre uma sensação de encaixe, corpo e consciência numa
sintonia perfeita.
Porém, os dias jazem não como eu ordeno,
mas como recompensa talvez,asseverando desta feita , o mérito do bem
simplesmente fazem levitar entre as nuvens da gratidão.
Existem os dias de ansiedade e
descontrole, que acreditara eu,funcionar como uma esponja por onde quer que eu
passe.
O peso de consciência de mil anos atrás,
ainda me fazem entristecida por não ter sido melhor comigo e com as pessoas ao
meu redor, com as pessoas de minha dependência.
Portanto, há muito fora, que a virtude da
paciência tem me atribulado.
Sempre amara a palavra amor e para que
haja este, houvera sempre a necessidade de estar cerceada de todas as virtudes
possíveis.
Porém, voltando ao princípio, meu nome
Sabrina, minhas preferências, aos poucos eu as relatarei, mas entre elas está a
sensação de me ser uma companhia agradável, e não deixar o coração me fazer
sofrer muito,me entender como um ser normal, portando diferenças inerentes a
todos os seres.
Eu surgi num seio familiar simples, onde
estão ilustradas as minhas primeiras memórias, os primeiros fatos, as primeiras
histórias, as primeiras alegrias e os primeiros medos.
Ás tardinhas deixara o olhar, como pipa
esticando a linha se perder num horizonte, em que a pouca idade pressentira o
céu se encontrando com a terra.
Os coqueiros tomavam uma proporção
irradiante, uma poeira ocre vestira o cenário que aos poucos a noite abrumava.
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Obrigada pelo carinho!
Izildinha