A vida de Helena, vivendo ao lado de
Joãozinho, mesmo se mantendo indiferentes, um com o outro, sempre fora muito boa,
porém esse lado nunca fora visto como um lado positivo, sempre sobravam as
fantasias, as quais, ela e suas amigas de chat casadas, sempre tiveram
necessidades de realizarem para serem felizes.
Sempre vivera num ciclo oco e vazio,
enquanto pobreza angariara como suprimento, a riqueza, porém, depois da
riqueza, não houvera mais o que conquistar como suprimento no lado material,
então sentindo-se infeliz, porque jamais tivera a capacidade de entender
felicidade, como pequenos elementos, que pudera ir agregando a cada dia na
vida, resolvera buscar o prazer que nunca tivera com Joãozinho, ou que já não
tivera.
Encarar a luz da verdade, como maneira
eficaz para resolver tal incômodo jamais!
E para ela, nunca houvera verdade ou
mentira, houvera uma miscelânea, uma confusão fundida dentro do mesmo fato e
atos também.
Boa parte da população, alegando ser dono
da própria vida, busca o prazer
confundido com felicidade, sem no entanto mensurar a diferença entre ambos.
O prazer sempre a fizera feliz, supusera
ela, no entanto Geraldine tendo o relacionamento fracassado,
jamais se revoltara e continuara a ser feliz ao pintar um quadro, customizar
uma peça de roupa, tivera um namorado ao qual ela amara por quase uma década,
mas a finitude o levara.
Geraldine sofrera as dores do luto, tendo um
coração partido dentro do peito,que intensamente mantivera uma dor lancinante.
Aos poucos, fora refazendo, e a vontade
de viver , a felicidade estivera sempre á sua espera.
Geraldine entendera que:
Difícil não é estar sozinha, mas sim, ser
sozinha dentro do âmbito familiar, preterições de Helena, buscara todas as
respostas ,e encontrara um caminho maravilhoso, quando encontrando-se consigo
mesma, percebera em cada parte de sua constituição física um fragmento de
felicidade,porém,fora na essência, que esta mantivera uma certeza sólida, feito a
verdade.
E definitivamente a escuridão
desaparecera.
Um dia Joãozinho convidara Helena para
jantar no Água Doce Cachaçaria, um
restaurante que dispensara comentários, contendo todas as delícias das iguarias
brasileiras.
Ele lhe dissera:
Temos um assunto importante para
conversarmos.
Helena respondera:
Porque
não me diz agora?
Eu não posso sair á noite, marquei um
encontro com amigas.
Joãozinho de novo perguntara:
Elas vêm aqui, ou vocês vão sair?
Helena respondera:
Minhas amigas virtuais, marcamos uma
reunião pelo Skype.
Joãozinho surpreso lhe dissera:
Pareces conhecer tão pouco de
informática, e tens Skype?
Ela nada respondera
E o assunto descontinuara ,ou melhor,
verdade e mentira liquefeitas.
Lembrando Cazuza
[Codinome Beija Flor]
Pra que mentir
Fingir
que perdoou
Tentar
ficar amigos sem rancor
A
emoção acabou
Que
coincidência é o amor
A
nossa música nunca mais tocou
Pra
que usar de tanta educação
Pra
destilar terceiras intenções
Desperdiçando
o meu mel
Devagarinho,
flor em flor
Entre
os meus inimigos, beija-flor
Eu
protegi teu nome por amor
Em um
codinome, Beija-flor
Não
responda nunca, meu amor (nunca)
Pra
qualquer um na rua, Beija-flor
Que
só eu que podia
Dentro
da tua orelha fria
Dizer
segredos de liquidificador
Você sonhava acordada
Um jeito de não sentir dor
Prendia
o choro e aguava o bom do amor
Prendia
o choro e aguava o bom do amor.
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Obrigada pelo carinho!
Izildinha