Todos
estavam nivelados ao mesmo patamar de emoções e bons sentimentos.
E não havendo preocupações com a vida eterna,
deixaram de acumular bens como se prevenindo para tal.
Deus
estendera sua mão sobre a humanidade, doando uma nova chance ,para aqueles que
não conseguiram se desvencilhar da Terra.
Então pora em suas existências, mais
oportunidades e uma nova promessa de harmonia e prosperidade espiritual.
Uma
nova população surgira e tudo estava se tornando encantador, porque até então,
o encanto houvera passado longe daquelas pessoas que foram sobreviventes, ou
melhor, resistentes á morte.
Pois
que haviam tentado ultrapassar o limite da existência terrena.
A
ideia de eternidade, apenas colocada na mente e nas atitudes dos abusadores,
fundira a frivolidade, e a possibilidade da palavra sempre.
Entender
a eternidade, talvez nem faça parte do mundo dos mortais, fora a morte, que
tornara a vida mais bela e prazerosa.
Mediante
a morte,a população conseguira encontrar sentidos
e sentimentos na vida.
A
palavra moda também fora abolida da tal
contemporaneidade,
quando essa palavra subjugara, separara e deprimira muitas
pessoas.
O
tempo como sempre, um senhor benevolente, permitira novos retoques na vida,
mediante erros.
Uma
nova população para contar suas história parecera surgir.
As
pessoas assumiram suas imperfeições e entre elas a morte, então, celebrando e
agradecendo a vida sempre.
Para
cada sentimento, entenderam um oposto, ou antônimo, portanto para a morte,
houvera a vida.
O
limite da existência, ninguém mais ousara ultrapassar e nem desvendar.
Apenas
deram á existência de cada um, o devido respeito, cabendo a cada um seu
quinhão, sem faltar a ninguém ,e nem
sobrar.
Sabendo
da tristeza, todos vivenciavam uma alegria mais completa, mesmo porque jamais
alguém ficara sozinho ou sozinha dentro de sentimento de alegria ou tristeza.
Este era coletivo e automaticamente todos
se acostumaram a amar igualmente, a coletividade.