Uma
sensação incrível perpassara meu coração, quando eu deixara ele caminhar na
frente.
Quando
sem nenhum constrangimento, eu permitira o sol do entardecer perpassar seus
raios ante minha constituição, penetrando nas minhas janelas, que se abriram
para tua representação completada.
Coração
de trovadora amadora, tão arredio e difícil de conduzir, portanto quem o
conhecera, desde sempre fora eu,que sofrera todos os atrevimentos impostos por
este, mas que jamais colocaria outro no lugar.
Querido
coração que me eleva e sustenta, que me equilibra e também me exalta, porém
exaltando logo entra em cancelamento, largando-me com toda culpa do mundo nas
mãos.
Coração
que brincara comigo,que me advertira seriamente, que me conduzira por onde ele
bem quisera sempre.
Embora
a razão castradora tentara intervir concomitantemente, mas meu coração, deixara
a razão sem razão e sempre.
A
querido coração, que portando uma sensibilidade incrível me elimina em
acanhamento ante o mundo, mas que em meus momentos de solitude,coloca o mundo
em minhas mãos,me
acalma e alivia.
Quando
este desfecha as sístoles, diante de uma circunstância, pondo me arrebatada,
sem sequer conseguir me nortear, mas aos poucos,eu o sinto contraindo, e
retrocedendo para mim,numa atitude quase pueril.
Coração
secular, que atravessara todos os desertos predestinados pela vida, que vencera
as mais persistes guerreias e fora lapidando uma configuração única de amar.
Assim,
como eu vivera, todos os momentos mantida pelas tuas golpeadas fortes e
guerreiras, assim também te mantenho em primeiro lugar dentre o que me permeia
a vida, e tudo que determinares, me será de bom grado.
Coração
que carrega um pouco de tudo em si, portanto jamais permitira, que um
sentimento adverso, adentrasse pelas tuas penetras, resguardando me, contra
tais prejuízos para sempre.
Então,
tal coração permanecerá, juntamente com o que abonarei, entre minhas
palavras e caráteres também.
Jamais
meu coração, me delegara perfeição, portanto, jamais me resguardara, erráramos
juntos, e continuaremos errando, quando o verdadeiro intento, sempre fora o
acerto, sempre fora o amor.