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segunda-feira, 24 de junho de 2013

JUDICIOSA PROSA_DO LIVRO INTERNALIZANDO


Talvez, jamais atentara eu, para uma devoção quão profunda, quanto esta, a que te fora ofertada.
Mas teus ventos ,oscilando com meus ventos contrários, num fogo cerrado derrubaram meus castelos.
Castelos estes, arquitetados dentre distrações tantas, quando em nada, noites escuras me amedrontam, quando estas, nada me dizem.
Seculares ventos, em meus caminhos ,tantas folhas mortas carregaram, feito estas tuas.
Judiciosa, de que aprendera, apenas comigo,nas experiências mais doridas, porém mais preciosas também.
 Portanto minha janela doravante, instituída unicamente, com a finalidade de espreitar os raios claros  de sol, que me visitam, quando o dia vem dar cor a minha vida,e quando o entardecer vem dizer que fora único.
Então,um mundo constituído de acúmens, quando estas, na verdade, no escuro de suas solidões, permaneceram uma vida num só dia, tatuando um rumo certo, se escondendo da solidão mais remota, atrás de um sorriso cítrico, que jamais convence.
Permitira ser eu, o amor que te permeia, porém tua inconstância, ascende, reverbera quaisquer coisa alienada, a todas as primaveras, as quais o amor carregara nas minhas promessas de outono.
O vento jogara emoções distantes, quando eu mesma pudera, nitidamente controlar, quando ou não devera, estas sentir.
Portanto, asseverações em doçuras aleivosas, que sejam devolutas, de onde abrolharam, sem sequer, de mim um toque.
Isso, quando a vida pode despontar tantos caminhos silenciosos e tranquilos, sem que eu careça de aborrecimentos, por um toque intocável, por um beijo inexistente, por um embuste qualquer.
Seguirei com meus ideais, com minhas ideias.
Os meus livros de cabeceira, deitam-se ao meu lado, todas as noites, trazendo uma multidão consigo.
Os novos sonhos, novas ideias, aos quais requisito com encanto.
Presentemente, a noite me diz mais, do que comumente outras noites já disseram.
E um céu límpido dentro dos meus sonhos, destilam odores de flores naturais, debruçando das montanhas sonolentas, tanto  encantadoras, quanto misteriosas.
Alguém existirá, sempre presumira meu coração, tão simples, quanto exigente.
 Quanto ao específico desamor ausentando rosto, feições e intenções, apenas assenta num lugar importante, para usufruir, e nulificar.
A superficialidade destruíra o mundo, em partes durante milênios,quando meu coração apenas sonhara, com um amor de verdade.

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Izildinha