Talvez, jamais atentara eu, para uma
devoção quão profunda, quanto esta, a que te fora ofertada.
Mas teus ventos ,oscilando com meus
ventos contrários, num fogo cerrado derrubaram meus castelos.
Castelos estes, arquitetados dentre
distrações tantas, quando em nada, noites escuras me amedrontam, quando estas,
nada me dizem.
Seculares ventos, em meus caminhos
,tantas folhas mortas carregaram, feito estas tuas.
Judiciosa, de que aprendera, apenas
comigo,nas experiências mais doridas, porém mais preciosas também.
Portanto minha janela doravante, instituída
unicamente, com a finalidade de espreitar os raios claros de sol, que me visitam, quando o dia vem dar
cor a minha vida,e quando o entardecer vem dizer que fora único.
Então,um mundo constituído de acúmens, quando
estas, na verdade, no escuro de suas solidões, permaneceram uma vida num só
dia, tatuando um rumo certo, se escondendo da solidão mais remota, atrás de um
sorriso cítrico, que jamais convence.
Permitira ser eu, o amor que te permeia,
porém tua inconstância, ascende, reverbera quaisquer coisa alienada, a todas as
primaveras, as quais o amor carregara nas minhas promessas de outono.
O vento jogara emoções distantes, quando
eu mesma pudera, nitidamente controlar, quando ou não devera, estas sentir.
Portanto, asseverações em doçuras aleivosas, que sejam devolutas, de onde abrolharam, sem sequer, de mim um toque.
Isso, quando a vida pode despontar tantos
caminhos silenciosos e tranquilos, sem que eu careça de aborrecimentos, por um
toque intocável, por um beijo inexistente, por um embuste qualquer.
Seguirei com meus ideais, com minhas
ideias.
Os meus livros de cabeceira, deitam-se ao
meu lado, todas as noites, trazendo uma multidão consigo.
Os novos sonhos, novas ideias, aos quais requisito com encanto.
Os novos sonhos, novas ideias, aos quais requisito com encanto.
Presentemente, a noite me diz mais, do
que comumente outras noites já disseram.
E um céu límpido dentro dos meus sonhos,
destilam odores de flores naturais, debruçando das montanhas sonolentas,
tanto encantadoras, quanto misteriosas.
Alguém existirá, sempre presumira meu
coração, tão simples, quanto exigente.
Quanto ao específico desamor ausentando rosto,
feições e intenções, apenas assenta num lugar importante, para usufruir, e
nulificar.
A superficialidade destruíra o mundo, em
partes durante milênios,quando meu coração apenas sonhara, com um amor de
verdade.
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Obrigada pelo carinho!
Izildinha