Depois
do Ano Novo, Álvaro voltara e nós ainda
estávamos de férias, pois sempre pegávamos férias juntos, então ele me convidou
para conhecermos
Machu Picchu.
E
fomos juntos, para Quíchua
velha montanha, também chamada cidade perdida
dos Incas.
Cidade
pré-colombiana bem conservada,
localizada no topo de uma montanha, a 2400 metros de altitude, no vale do rio
Urubamba, atual Peru.
Foi
construída no século XV, comandado por Pachacuti.
Local
incrível provavelmente, o
símbolo mais típico do Império Inca
Consta
de duas grandes áreas: a agrícola formada principalmente por terraços e
recintos de armazenagem de alimentos; e a urbana, na qual se destaca a zona
sagrada com templos, praças e mausoléus reais.
A
disposição dos prédios, a excelência do trabalho e o grande número de terraços
para agricultura são impressionantes, destacando a grande capacidade daquela
sociedade.
No
meio das montanhas, os templos, casas e cemitérios estão distribuídos de
maneira organizada, abrindo ruas e aproveitando o espaço com escadarias.
Segundo a história inca, tudo planejado para a passagem do deus sol.
Isso
tudo nos foi relatado por um guia turístico enquanto desvendávamos esse encanto
,dando quase uma impressão sobrenatural de um povo que por ali passara e
deixara marcas impressas em todos os
lugares, numa harmonia quase perfeita.
O
lugar foi elevado à categoria de
Patrimônio mundial da UNESCO, tendo sido alvo de preocupações, devido à interação com o turismo, por ser um dos pontos históricos mais
visitados do Peru.
A
organização suíça New Open World
Corporation em
votação mundial gratuita pela internet e ligações telefônicas , e
com analise de arquitetos e arqueólogos classificou Machu Picchu como umas das
sete maravilhas do mundo moderno.
Existem
diversas conjecturas sobre a função de Machu Picchu, e a mais acolhida afirma ser um assentamento construído com o objetivo
de supervisionar a economia das regiões conquistadas ,e com
o propósito secreto de refugiar o soberano Inca,
e seu séquito mais próximo, no caso
de ataque.
Passamos
uma semana explorando a tal maravilha, e fazíamos nossas caminhadas e
escalações juntos, nesses dias eu sentira tranquilidade como nunca.
Olhara
o rosto de Álvaro queimado pelo sol e pudera avaliar como ele era lindo,
completamente o oposto daquele rapaz que tomava seus porres de vez em quando.
Ele
sempre tentara falar comigo sobre meus medos e ansiedades e eu sentira como
fora tão egoísta nunca ter abordado o assunto dos porres com ele, para
ajudá-lo. Também nunca o vira interessado em alguém, era muito estranho e
também muito familiar nossas parecenças.
Nesse momento sentira que amava Álvaro e
nunca me dera por isso.
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Obrigada pelo carinho!
Izildinha