O som
levantando meu coração preguiçoso, que fora outra vez atingido, por uma
aleivosia alheia, tal qual, sempre eu vivera, porém diferente do que eu
oferecera, hoje a esperança para mim, consiste naquilo que conquisto, usando
minhas forças, e juntamente com a fé, possa eu realizar.
Eu
experimentara renovar minhas esperanças, no amor afetivo, mas tudo fora se
esvaindo, um amor desalmado.
Este
obrigara-me, a abominar, quando totalmente aberto meu coração, recebera brutal
descaso, desconstruindo castelos, diluindo os numa areia fria e secular.
O
tempo, quando jamais doutrinara alguém, endurecera e tornara o ser obtuso e
desencorajador mediante qualquer diálogo, se é que sabem dialogar.
E eu
fora assim, um utensílio perfeito, para ser consumido, e depois descartado num
canto qualquer.
São
os amores levianos, e sem alma que perambulam por aí,em busca de uma energia
vital, para sobreviver, porém jamais soubera viver, com propriedade e
autenticidade.
Esse
determinado ser, que interiormente vive numa penumbra esmagadora, precisara do
aval, e da validação exterior.
Eu
quisera colocar meu amor afetivo num lugar aconchegante,portanto,apenas fora
melindrada,magoada,então novamente recolhera minha dedicação,e
seguira em paz .
Elaborando
novas palavras, espero reparar a decepção, pois tamanha amargura me tomara,
devido cruéis palavras, cruel gesto indelicado e fugitivo.
Manterei
meu coração, cheio de amor para doar, a quem mereça, a quem esteja de meu lado,
a quem me encante, a quem seguramente soubera optar, talvez...
O
tempo aplacara, com uma certa praticidade, quando do amor hipotético,
simplesmente me desvencilho sem reclamações.
Apenas sendo grata ás circunstância, que
me tiraram desse caminho.
O
tempo também me ensinara, que acima de tudo, estou “eu” em minha vida, pois não
mereço migalhas de amor, de quem jamais soubera o que é amar.
E
para que nenhum empecilho, como tal, cruze meu caminho, estarei fechada, para
qualquer tipo de mentira passageira, que me encontrara inteira, depois tendera
a me deixar em cacos.
A
vida sempre fora, muito mais do que isso para mim, quando a poesia dança diante
de meu olhar, quando as palavras vêm ao meu encontro, quando o coração voltara
a palpitar feliz.
Entardecendo
logicamente, como todas as pessoas, jamais considerarei tempo perdido ou coisa
assim, quando dentro de mim, encontro um motivo tranquilo e sereno para viver,
quando conjugo jovialidade de maneira serena e tranquila.
Apenas
num monólogo comigo ,colocando novamente meu coração em paz.
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Obrigada pelo carinho!
Izildinha