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quinta-feira, 8 de março de 2012

CONTIGO_PROSA POÉTICA DO LIVRO INTERNALIZANDO


Com o coração voltado, para o que há de mais ilustre, venerarei para sempre tal afeição, tão franca, tão enérgica,  dando permissão á felicidade, sendo esta mais completa dentre a vida, pois, pusera me, a ver motivos para sorrir em tudo que faço, pensando em ti.
 Como abrir os olhos para uma nova manhã, depois de ter sonhado contigo, e novamente, me vir ao pensamento tua imagem linda, que deixara minha vida mais leve, podendo amar com maior propriedade, eu vira estrelas, em pleno dia.
  Tal amor, tão pueril parecera, em meu coração milenar, me carregara para o intenso, para o mais justo, para o mais fiel.
Então eu te seguira, feito uma miragem, em dias de sol, feito uma ventania carregando as folhas de outono, feito a onda voltando, para o seu mar.
Sentira em mim, que pudera te encontrar, enquanto vida, pondo em minha solidão um ponto final.
Enquanto dentro de minha essência, jamais tivera medo de sofrer, pois até nossas rusgas, incitam mais a nossa junção.
Mesmo te conhecendo tanto e tão pouco, entendera em mim o antigo amor, que tanto procurara ao longo de minha existência, enquanto o mundo humano, delegara uma praticidade exacerbada, nos encantáramos com o amor, que nos prendera, e cada dia mais.
Soubéramos desde o primeiro instante, que viéramos de uma solidão castradora, mesmo estando preenchidos em outros motivos, estivéramos nos buscando , em todos os dias de nossa existência.
O romantismo ficara, nas páginas amareladas dos livros de cabeceiras, porém, em nós ficara latente em nossa pele,em nosso olhar, em nossas palavras tão desprendidas das  pérfidas cerimônias, que se encontram soltas em cada esquina da noite, em cada página dos dias.
Ao me pedires lealdade, certamente compreendes que meu coração poeta, jamais entende amor, sem amor, por isso tanto sofrera ao longo de minha vida.
Eu sempre precisara, e acima de tudo, conviver uma situação comigo,ser minha confidente leal e verdadeira quando mirara minha imagem de frente.
Quando voltara buscar no passado, a tal menina, que tanto me aconselhara, ao longo de minha caminhada, a ela eu devera, minha mais profunda sinceridade, portanto o amor, sempre fora, e sempre será absoluto.
Entardecendo com a vida, sentira no amor, o verdadeiro sentido de viver e amar indiscutivelmente, e sem precedentes ao que me toca o coração.
Amar é a beleza da vida, onde tudo ganha sentido novo, onde o presente, fora e será sempre o melhor presente que se ganha.
Então, como um arco íris, que abraça a tarde, depois da tempestade colorindo o horizonte, o amor nos brinda, com transbordante anseio.
O amor, uma preferência de vida, jamais pudera ser permutado com outra emoção adversa, portanto a constância,  vem confirmar, tal asseveração.
Em ti confiarei as quatro estações, porém, vestidas dos floresces em nossos desvelos, em nossa inclinação.
Teu rosto, fintando um anjo cuidadoso, trouxera para mim, o verdadeiro retrato do amor, a verdadeira imagem da paixão, e a veridicidade de quem anseia, e carece seguir angariando a paz.
Então, ao te conhecer, desvendara uma parte de mim, adormecida no tempo, pois tiveras, um dedilhar de semitons, com mãos tão pequenas, onde apenas o simultaneidade absoluta da vida, conseguira tocar.
Simultaneamente fora emoldurado em nós o amor correto, tal amor, em que se depara, apenas única vez na vida,portanto,deste nossas vestimentas, de esperança e paz.


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Izildinha