O boliviano se chamara Joel e minha mãe Cristina,o meu pai era Renato e minha madrasta Maria.
Dentro de pouco tempo os quatro saiam juntos e se tornaram amigos.
Todos pareciam muito civilizados e o fato de minha mãe estar feliz, me deixara mais contente.
Carlos não dissera nada.
No final do ano celebráramos juntos,Natal em minha casa com os pais dele também.
Eles sempre foram antigos de Vila Sabrina e se conheciam.
Eu sentira que fora feliz em encontrar um namorado que fosse meu vizinho e que desse certo mesmo.
Juliana!
Dissera Carlos:
Vamos nos casar?
Já?
Como assim?
Casar!
Sabe o que é casar?
Já tem mais de um ano e nosso namoro deu certo e agora deve subir mais um degrau.
Eu rira sempre de suas metáforas.
E seriamente pensara nisso.
Tu tens razão!
Tenho mesmo!
Fomos até o centro e compramos umas alianças de prata e lá mesmo gravaram nossos nomes.
Carlos houvera recebido um pequeno fundo de garantia que houvera feito na farmácia juntamente com mais outros funcionários e pagara as alianças.
Ficamos em nossos trabalhos até o início das aulas.
Aquele ano não teríamos férias.
Mas fora compensador!
O tempo passara e de comum acordo fôramos morar juntos,mas antes,uma recepção numa capela do bairro mesmo,somente nossos familiares presentes.
Nos despedíramos na igreja e havendo ainda uma semana para começarem as aulas,viajamos para a praia de Juquehy.
Ficáramos numa simples pousada e aproveitamos bastante o calor de final de janeiro.
Carlos ajuntara algumas economias e pudéramos visitar quiosques e restaurantes com boas comidas,tudo isso e com uma visão magnífica para o mar.
Simplesmente sempre achara a praia de Juquehy uma das praias mais lindas que tivera o prazer de conhecer até então, e Carlos concordara comigo .
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Obrigada pelo carinho!
Izildinha