Chegando dia de finados, vamos visitar o túmulo de Cláudio, para João ,simplesmente o melhor amigo, e para mim,o grande amor de minha vida.
Nos entendemos perfeitamente, porque entendemos ,que a palavra amor ,se estendera em nós, ao amor amigo.
João tivera um serviço social, que nunca abandonara, que fora visitar uma clínica de pessoas carentes, uma vez por semana.
Eu sempre fora com ele, doando alguns de meus quadros que iam a leilão.
Eu juntamente com João, ainda permanecemos cumprindo nosso legado, enquanto Cláudio, simplesmente se fora.
Uma forte rajada de saudade, eternamente nos tocara!
Quando o sol da manhã ,tateando com raios, meus dias, e eu colecionando apenas, um dia a mais de saudade.
A vida me permitira encontrar Cláudio numa linda tarde
Assim doravante, simplesmente, postado em mim, um coração grato ao amor.
Que entardecera como o sol poente, morrera de saudade, em um horizonte, sem contemplar uma imagem latente de meu grande amor.
Amor este, que Deus me cedera, por um bom tempo, e me fizera muito feliz.
Agora restara esperar a minha viagem.
Porém, em meus sonhos, simplesmente divididos pelos planos, a minha essência sempre viajara para bem longe, a fim de vê-lo, ou então, fora ele quem viera me visitar.
O amor dera sentido para minha existência plena, quando esta jamais se resumira apenas no plano terrestre.
João , o cirurgião renomado, atrelado ao amor incondicional, amara de maneira singular rezando com as mãos, uma reza edificada de atitudes, qual amor de um anjo salva vidas espetacular, que não tivera tempo para o amor afetivo.
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Obrigada pelo carinho!
Izildinha