Supunha eu ter encontrado respostas para todas as minhas perguntas, em tal momento, visto que eu jamais ousara acreditar em tudo, e como um separador de grãos, fora escolhendo os improdutíveis e os lançando fora.
Eu me propusera, jamais sofrer com o irrecuperável ,como sempre sofrera.
Quando sempre entendera racionalmente, quase tudo, mas no entanto, conscientemente enganando a mim mesma.
Tivera meus rompantes comigo mesma, dentre os dois amores, e esperara o momento para que destes ,chegasse a uma conclusão mais plausível.
Eu quisera, acima de tudo ser normal, porem sem plagiar e nem ser plagiada.
Estudara a fundo a palavra normal.
Em quaisquer manhã de outono, que densa luz brilhara, depois de tanto tempo, portanto desta, que me fizera lembrar.
Então prenunciando as primeiras lembranças, acreditara eu, que minha memória, o meu cérebro me mostrara sempre as melhores ,escondendo as piores ,para que eu não sofresse.
As primeiras lembranças foram se acomodando em minhas recordações, e jamais ousaram desaparecer, fora como a fome , a sede ou outra necessidade qualquer...
E tranquilamente com o esquecimento de um passado recente, contudo, eu vivera como as emoções primeiras.
Efetivamente estas, que denotaram quem realmente eu fora e onde pretendera chegar, e no decurso houveram dolos imprescindíveis, aos meus aprendizados.
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Obrigada pelo carinho!
Izildinha