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quarta-feira, 21 de outubro de 2020

FRAGMENTO DO LIVRO-EXEMPLARES

Joaquim fora crescendo e se tornando forte e sábio,porém, jamais se desfizera do lado alegre e divertido tendo muitos amigos e amigas também,nossa casa vivera sempre cheia de jovens, e quase todos os aniversários dos integrantes do grupo,eram comemorados em nossa casa.
Os avós estiveram sempre presentes quando puderam, eu e Renato sonháramos com uma viagem a Évora,mas teria que ser numa temporada de férias,onde pudéssemos levar o Joaquim conosco para conhecer a cidade e o país onde os avós paternos moravam.
Fizéramos economia durante um ano inteiro e no final do ano,avisáramos Joaquim e Isabel que passaríamos o natal juntos e na casa deles.
Eles ficaram felicíssimos!
O final do ano chegara juntamente com a viagem do sonho.
Évora e sua região, fora cerceada por uma opulenta história, que tivera mais de cinco milênios.
 Tudo fora demonstrado, por construções monumentais, com base em grandes blocos de pedras rudes, próximos como a Anta do Zambujeiro e o Cromeleque dos Almendres
 Alguns povoados  caracterizados pelo uso de artefatos de pedra polida, que entrara pela Idade do Bronze, no Oriente Médio desenvolvera-se na região, o mais próximo localizado no Alto de São Bento.
 Outro povoado fora o Castelo de Giraldo, habitado continuamente desde o terceiro milénio, até ao primeiro milénio antes de Cristo, e fora de poucas ocupações, na Idade Média.
 Escavações arqueológicas, porém, não demonstraram até agora, se a área da cidade fora habitada antes da chegada dos romanos.
Sinceramente, ficáramos encantados, com tal beleza nos remetendo á História aos antepassados.
Joaquim e Isabel foram conosco, então visitáramos inúmeros e importantes pontos turísticos de Évora.
Consta uma lenda popularizada, pelo humanista e escritor eborense André de Resende, que Évora teria sido sede das tropas do general romano Sertório.
 Então, junto com os lusitanos tivera enfrentado o poder de Roma. 
Segundo o guia turístico, com certeza, Évora recebera de Júlio César ou Octávio, o nome de Liberalitas Júlia, e que foi elevada pelo imperador Tito Flávio Vespasiano á categoria de município.
A origem etimológica do nome Ebora, fora provavelmente proveniente do celta antigo, nome de uma espécie de árvore, assim  como York, no norte da Inglaterra, também adviera do celta antigo,
 na época de Augusto da Silva, que fora sacerdote jesuíta, professor e escritor.
Considerado Doutor Honoris Causa pela Universidade de Évora (1999).
 Évora fora integrada à Província da Lusitânia e beneficiada com uma série de transformações urbanísticas, das quais o Templo romano de Évora, cedido certamente, ao culto imperial .
Também fora o vestígio mais importante, que sobrevivera aos nossos dias, além de ruínas de banhos públicos. 
Na freguesia da Tourega, houvera restos bem cuidados, de uma vila romana mostrando que ao redor da cidade existiam estabelecimentos rurais mantidos pela classe senhorial. 
No século III, dentre contexto de instabilidade do Império, a cidade fora cercada por uma muralha da qual alguns elementos existem até hoje.
 Afirmação de Jorge de Alarcão, Ébora fora a cidade lusitana com o maior número de famílias de origem romana, sendo os Júlia, Calpúrnia, Canídia e Catínia algumas das mais destacadas. 

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Izildinha