A
expressão, experiência de quase-morte (ou EQM) aludira a
um conjunto de visões e
percepções, repetidamente associadas, á conjunturas de morte iminente, sendo as mais propaladas a projeção da consciência, "experiência fora do corpo", a incrível "sensação de serenidade" experimentada pelo sobrevivente, a "experiência do túnel".
Esses
fenômenos normalmente
narrados, após
o indivíduo ter sido pronunciado clinicamente morto,
ou muito perto da morte, daí a denominação EQM.
O termo "experiência de quase morte” fora proposto pelo psicólogo francês, Victor Egger .
O termo "experiência de quase morte” fora proposto pelo psicólogo francês, Victor Egger .
Tal
psicólogo dedicado ao
estudo desse fenômeno, viera ter em 1896, resultado das discussões, no final século
dezenove.
Resultados estes, entre filósofos e psicólogos, relativamente às
histórias de escaladores sobre a revisão panorâmica da vida durante quedas.
O
interesse popular por
EQM, se iniciou devido principalmente, ao trabalho do psiquiatra e parapsicólogo
norte-americano Raymond Moody em seu best seller “Vida
Depois da
Vida”.
Muitos
sobreviventes das EQMs, guardaram durante décadas, suas histórias, ou
experiências vividas, por medo de serem taxadas como pessoas loucas.
Também
a Ciência tinha nesses fenômenos
alucinações que ocorriam, durante o estado de coma, ou
perda de consciência.
Em
1982, uma pesquisa do Instituto Gallup apontou que cerca de 8 milhões de
norte-americanos já tinham passado pela experiência de quase morte
Até
2005, haviam sido documentadas menções a EQM em 95% das culturas do mundo.
Um
dos mais antigos registros de EQM está contido na obra "A República"
(Livro X) de Platão.
O
físico contemporâneo Carlos Mendes, desde os doze anos de idade, sempre
procurara descobrir, “qual o sentido da vida”.
Interrogando
sempre, o que é existir?
Sendo
a vida definida até então por alguns cientistas, como grande acaso do universo.
Mas
começara a questionar, que dentro da física, uma junção aleatória de partículas
elementares, dera origem a uma coisa que chora, ri pensa ,tem sentimentos, e
até escreve poesia.
Então,
começara a pensar, que algo poderia estar nos escapando.
Em
2013,descobrira que um amigo neuro cientista Edson Amâncio, também se
interessara pelo fenômenos, levando em consideração os relatos, na sensibilidade, na emotividade do sobrevivente.
Juntando se á Física Quântica, que lembrara também, que modificara o seu conceito, com a
seguinte frase:
Quem
não estiver chocado com a Física Quântica, nada entendera.
Começaram
a ouvir relatos dos sobreviventes, da EQM.
O
caminho investigativo indireto ,conta com relatos de médicos,prontuários médico, relatos de amigos e parentes dos sobreviventes.
Em
muitos países da Europa esse fenômeno já é estudado há muito, enquanto aqui no
Brasil, esses estudos estão em fase inicial.
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Obrigada pelo carinho!
Izildinha