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quarta-feira, 22 de maio de 2019

PERDÃO_DO LIVRO_O SOL DO ENTARDECER

Amor sem perdão, sempre será invalidado, visto que o perdão, jamais será uma fraqueza, mas sim, uma grandeza do espírito.
Ao longo da vida, desde muito cedo, vamos assoalhando a formosura de perdoar, porém nos esquecemos da grandeza, mediante a humildade de quem se acende para convocar o perdão.
O perdão prova, que somos entrelaçados ao divino, que sabendo perdoar, nos ensina doar o perdão.
Porém, muitas vezes somos orgulhosos e arrogantes, alegando o indulto ou ato de relevar, despojamento do amor próprio.
Enquanto o amor próprio, jamais compete com falhas e erros, elevando o outro através do indulto.
Imaginemos o que seria da humanidade tão falha, tão apoucada, se não fosse a grande capacidade de perdoar, conquistada por Jesus Cristo.
Ninguém, também nenhuma religião, jamais conseguiria atingir a grande soberania do Pai Criador, que amando de uma maneira jamais atingida por nós, toma forma humana, para que a humanidade se aproxime mais da divindade, em suas atitudes.
“Assim como nós perdoamos nossos devedores” .Amarramos nesse trecho da oração as nossas atitudes.
Deus nos dá i livre arbítrio de exercermos uma das virtudes mais belas.
O perdão parte sempre de corações repletos de amor, da felicidade em saber compreender as fraquezas e as quedas do outro.
A nossa imagem de perdão, jamais estará exposta ao mundo, como quem expõe um tesouro.
Simplesmente, tal imagem, se esconde na simplicidade de um coração capaz de amar, e perdoar, sendo abrigada em um lugar tão acanhado, que só pode ser calibrado, pelas mãos de Deus.
A nobre virtude do perdão, sempre vem acompanhada do entendimento, junto da sabedoria, de quem improvisa na vida, um livre acesso, para uma etapa muito melhor.
É assim que Jesus nos ama, e também nos ensinara a amar, de maneira mais sábia e construtiva, para nossa essência.
Amor que começa com amor próprio, que na da tem a ver com “auto estima em alta”.
O amor próprio é a gratidão pela vida, mesmo suportando as mais dolorosas intempéries, pois sem consternação não há crescimento espiritual.
Auto estima em alta, mera ostentação superficial, que jamais atinge o amor próprio, necessitando ser remanejada constantemente, para acionar o termômetro de nossa vaidade fútil, de nossa emoção fugaz e vazia.
Reiterando, o amor próprio começa com a gratidão de simplesmente existir, fazendo parte de um cosmo interligado.

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Izildinha