Amor
sem
perdão, sempre será invalidado, visto que o perdão, jamais será uma fraqueza,
mas sim, uma grandeza do espírito.
Ao
longo da vida, desde muito cedo, vamos assoalhando
a formosura de perdoar,
porém nos esquecemos da grandeza, mediante a humildade de quem se acende para convocar
o perdão.
O
perdão prova, que somos entrelaçados ao divino, que sabendo perdoar, nos ensina
doar o perdão.
Porém,
muitas vezes somos orgulhosos e arrogantes, alegando o
indulto ou ato de relevar, despojamento do
amor próprio.
Enquanto
o
amor próprio, jamais compete com falhas e erros, elevando o outro através do
indulto.
Imaginemos
o que seria da humanidade tão falha, tão apoucada, se não fosse a grande
capacidade de perdoar, conquistada por Jesus Cristo.
Ninguém,
também nenhuma religião, jamais conseguiria atingir a grande soberania do Pai
Criador, que amando de uma maneira jamais atingida por nós, toma forma humana,
para que a humanidade se aproxime mais da divindade, em suas atitudes.
“Assim
como nós perdoamos nossos devedores” .Amarramos nesse trecho da oração as
nossas atitudes.
Deus
nos dá i livre arbítrio de exercermos uma das virtudes mais belas.
O
perdão parte sempre de corações repletos de amor, da felicidade em saber
compreender as fraquezas e as quedas do outro.
A
nossa imagem de perdão, jamais estará exposta ao mundo, como quem expõe um
tesouro.
Simplesmente,
tal imagem,
se
esconde na simplicidade de um coração capaz de amar, e perdoar, sendo abrigada
em um lugar tão acanhado, que só pode ser calibrado, pelas mãos de Deus.
A
nobre virtude do perdão, sempre vem acompanhada do entendimento, junto da
sabedoria, de quem improvisa na vida, um livre acesso, para uma etapa muito
melhor.
É
assim que Jesus nos ama, e também nos ensinara a amar,
de maneira
mais sábia e construtiva,
para nossa
essência.
Amor
que começa com amor próprio, que na da tem a ver com “auto estima em alta”.
O
amor próprio é a gratidão pela vida, mesmo suportando as mais dolorosas
intempéries, pois sem
consternação não há
crescimento espiritual.
Auto
estima
em alta,
mera ostentação
superficial, que jamais atinge o amor próprio, necessitando ser remanejada
constantemente, para acionar o termômetro de nossa vaidade fútil, de nossa emoção fugaz e vazia.
Reiterando,
o amor próprio começa com a gratidão de simplesmente existir, fazendo parte de
um cosmo interligado.
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Obrigada pelo carinho!
Izildinha