Começáramos
a estudar e
observar, assuntos interessantes
,fora da matéria escolar, aqueles que nos ajudariam a vivermos melhor, tais
como, uma alimentação simples e saudável ,evitarmos a toxidade do estresse, e
apesar da pouca idade, apenas nos importarmos com coisas interessantes, que nos
beneficiaria, seja na adolescência sanando as diferenças da infância, e também
nos preparando para sermos adultos, e idosos
sábios e melhores.
Passáramos
a não mais reclamarmos, mas sim, agradecermos,
pelo que tínhamos, tendo sim nossos sonhos em conquistar o que não tínhamos ,mas sem grandes
ambições, importando-nos, mais com a vida em paz, e
harmonia.
Foram os livros, que com vozes sábias e silenciosas, fizeram com que tirássemos grandes
e importantes conclusões, doutrinando assim a grande arte de viver melhor.
Eu
aprendera a voltar no passado, reviver minha infância e naqueles momentos em
que eu fora defraudada de mim, num monólogo comigo mesma ,aos poucos, fazendo
com que aquela criança, se sentisse muito amada, pegando-a no meu colo e
agradecendo por tudo que ela me reservara.
Uma
criança que guardara dentro de si, que agora era meu, sempre o melhor, deixando
qualquer ressentimento para trás e se voltando para os encantos mais profundos,
que a vida oferece, quando bem poucos olhares conseguem detectar.
Jamais
entristecera, aquela criança, que dormia sozinha á noite, pendurada num
balanço, mas sim, ainda guardara a sensação incrível de ser carregada no colo
até o berço.
Então,
mediante tanta empatia,eu tivera uma imensa responsabilidade comigo mesma e
portanto devera procurar ser melhor sempre.
E
automaticamente, fora me aproximando de João, e juntos abríramos uma
cooperativa de peças de arte, fabricadas com lixos recicláveis, aqueles que
obviamente precisam fazer uma ciranda e voltar do Planeta para as mãos do
homem.
Dissemináramos
essa ideia por onde passáramos, visto que incinerar, ou dar outro fim, é menos
salutar ás vidas em cadeia.
Também
descobríramos que o “Meio Ambiente” é o lugar onde estamos presente, no
presente momento, quando com mãos cuidadosas, todos devemos ter a delicadeza de
não jogar lixos miúdos, seja bitucas de cigarros, papéis de balas ,chicletes,
pois são exatamente esses lixos, que ajudam a entupir bueiros realizando
grandes catástrofes e inundações, quando chove.
Se
não tomarmos cuidado com o nosso lixo, ele naturalmente voltará para procurar o
seu dono, batendo nas portas e adentrando nas casas também.
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Obrigada pelo carinho!
Izildinha