E
eu começara aquela primavera apaixonada pela primeira vez,e tudo parecia calhar
de maneira perfeita, a estação preferida e o amor primeiro.
Era
uma sensação incrível, minha fisionomia completamente transformada,eu
transpirava felicidade onde quer que eu fosse, onde quer que eu estivesse.
Todas
as músicas nessa época pareciam serem feitas para nós dois, um dia sem se ver e
era uma avalanche de saudade...
Eu
dormira pensando nele ,acordara igualmente pensando, ele houvera me roubado de
mim parecia.
Nada
mais me aborrecia no trabalho,escola,em
casa,eu percebera que todos notavam minha mudança, mas eu fazia de tudo para
esconder.
A
paixão fora algo extraordinário, fora mil sensações ao mesmo tempo, quando eu
já não conseguira me concentrar em nada.
E
quando estávamos juntos os ponteiros do relógio disparavam junto com o coração,
e ficávamos meio abobalhados olhando um para o outro com uma cara idiota e de
felicidade.
Nossos
assuntos eram apenas para disfarçarem no começo para podermos administrar o
inusitado, quando ele também dissera que estava se apaixonando pela primeira
vez.
Juntos
fomos aprendendo a administrarmos nossa paixão para que ela não nos roubasse
completamente o juízo.
Paulatinamente
fomos conseguindo administrar o nosso primeiro namoro, nossas conversas afins e
tudo começara se encaixar perfeitamente.
Surpresos
percebêramos que a paixão, de imediato, nos tirava do chão, nos deixava meio
sem assuntos querendo apenas estarmos ali, um grudado no outro.
Nos
respirávamos um ao outro dia e noite, querendo saber tudo, ligar toda hora
mesmo sem ter o que dizer.
Mesmo
que fosse apenas para dizer:
Eu
te amo!
Porém,
ainda desconhecíamos a calma, que provavelmente, poderia chegar, quando a
paixão virasse amor.
Mas
assumimos e acatamos nossa paixão dia a dia e começamos a nos acostumarmos com
aquela felicidade, aquele colorido diferente acrescentado em nossa primavera.
Nossos
primeiros toques, nossos beijos, nossas mãos enlaçadas iam indicando um caminho
especial, enquanto aceitávamos o feliz fato de nossa paixão.
Nossos
encontros eram de corações acelerados, rostos corados e um turbilhão de desejos
querendo explodir.
Ao
longo de nossos encontros, fomos nos abrandando e tendo condições de nos
tocarmos, sem que pudéssemos extrapolar.
E
á medida que o tempo passara, foram surgindo as primeiras lucidezes do amor
também.
Tudo
fora encantador!
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Obrigada pelo carinho!
Izildinha